<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776</atom:id><lastBuildDate>Thu, 22 Oct 2009 12:25:56 +0000</lastBuildDate><title>BLOG BRASIL LOCAL RONDÔNIA</title><description></description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Brasil Local)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>174</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-8072897001620257411</guid><pubDate>Sun, 27 Sep 2009 00:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-26T17:35:17.311-07:00</atom:updated><title>Ecosol Rondônia: Notícias do movimento estadual de Economia Solidária</title><description>Poderão acompanhar as noticias da Economia Solidária no endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;a href="http://ecosolro.blogspot.com/"&gt;Ecosol em Rondônia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-8072897001620257411?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/09/ecosol-rondonia-noticias-do-movimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-4794196251336524681</guid><pubDate>Wed, 15 Jul 2009 22:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-15T15:06:17.012-07:00</atom:updated><title>12° Intereclesial começa na próxima terça-feira, em Porto Velho</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/Sl5SpmkyaAI/AAAAAAAACFA/28H-JAhXX8E/s1600-h/g_foto1_528.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/Sl5SpmkyaAI/AAAAAAAACFA/28H-JAhXX8E/s400/g_foto1_528.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358811481300428802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="padding: 3px; margin-right: 3px;"&gt; &lt;table class="item" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;  &lt;td&gt;   &lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" width="98%"&gt;      &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td class="itemBody"&gt;&lt;p class="MsoCaption" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Fonte: CNBB&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoCaption" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Na próxima terça-feira, 21, Porto Velho sediará um dos maiores eventos de sua história. São aproximadamente sete mil pessoas envolvidas com a realização do 12° Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base, que se encerra no dia 25. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Representantes de Comunidades Eclesiais de Base de todo o país, da América Latina e do Caribe refletirão temas atuais e que envolvam desde a consciência política, até a luta por melhores condições de vida para as comunidades indígenas, ribeirinhas, camponesas E quilombolas, sobretudo, o cuidado com a biodiversidade do planeta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;O tema do &lt;a style="font-size: 10pt; font-weight: bold;" href="http://www.cebs12.org.br/" target="_blank"&gt;12° Intereclesial é “CEBs, Ecologia e Missão”&lt;/a&gt; e o lema: “Do ventre da terra, o grito que vem da Amazônia”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Além dos três mil delegados, o Intereclesial vai contar também com nomes de destaque na defesa dos interesses dos indígenas como a vencedora do prêmio Nobel da Paz, Rigoberta Menchu, vinda da Guatemala; o arcebispo emérito da Paraíba e defensor dos direitos humanos, dom José Maria Pires e a ex-ministra e atual senadora Marina Silva. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:12;"  &gt;História&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;As Comunidades Eclesiais de Base se espalharam pelo Brasil no final da década de 60 e contribuíram para a redemocratização devido à luta contra o regime que se instalou no país após o golpe de 64.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Desde então, as CEBs têm sido um apoio a população e sempre presente no trabalho em defesa dos povos da floresta, dos ribeirinhos, dos índios, dos sem terras, dos negros, das mulheres e também do meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td class="itemFoot"&gt;&lt;span class="itemAdminLink"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="itemPermaLink"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;    &lt;script&gt;  function askPrint(id)  {   var printImages = confirm("Deseja imprimir esse artigo com fotos?");   if( printImages )   {    window.location = "print.php?storyid=" + id; //console.log("print.php?id=" + id);   } else {    window.location = "print.php?storyid=" + id + "&amp;noimages";   }  } &lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-4794196251336524681?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/07/12-intereclesial-comeca-na-proxima.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/Sl5SpmkyaAI/AAAAAAAACFA/28H-JAhXX8E/s72-c/g_foto1_528.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-5339236157110613933</guid><pubDate>Fri, 10 Jul 2009 07:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-11T05:28:02.993-07:00</atom:updated><title>Economia Solidária: uma luta constante!</title><description>&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" class="createdate" valign="top"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;      &lt;tr align="justify"&gt;    &lt;td colspan="2" valign="top"&gt;     &lt;p class="autor"&gt;Diante dos fatos ocorridos durante a semana, de boicote explicito a realização da V Feira de Economia Solidária do Mercosul (Feira de Santa Maria), o Fórum Brasileiro de Economia Solidária e o Coletivo de Formadores da Economia Solidária manifestam sua solidariedade aos/as organizadores/as e participantes do evento, tambem, repudiam o processo anti democrático, arbitrário e traiçoeiro instalado em Santa Maria, que aconteceu com o intuito de barrar a iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="autor"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carta do FBES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="autor"&gt; Fonte: Coordenaçâo Executiva do FBES&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Fórum Brasileiro de Economia Solidária, cumprindo seu papel histórico de construção da economia solidária, articulando os segmentos dos empreendimentos, assessorias e gestores/as públicos/as, vem a público prestar seu apoio e solidariedade aos organizadores e organizadoras da Feira de Santa Maria, que agrupa a 16ª Feira Estadual do Cooperativismo (FEICOOP), a 8ª Feira Nacional de Economia Solidária, a 9ª Mostra da Biodiversidade e Feira de Agricultura Familiar, e a 5ª Caminhada Ecumênica pela Paz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Feira de Santa Maria tem sido a referência nacional e internacional no fortalecimento da economia solidária, que tem como base o trabalho coletivo com base na cooperação e na autogestão, os processos de formação fundamentados na educação popular. Uma economia pautada no desenvolvimento sustentável, no consumo responsável, no comércio justo, na democratização e acesso aos direitos humanos e na participação política e social cidadã.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para a realização anual da Feria de Santa Maria há um amplo envolvimento preparatório, contando com 60 comissões organizadoras, para receber caravanas de empreendimentos, de movimentos sociais, organizações da sociedade civil, visitantes nacionais e internacionais. Este encontro de comercialização e formação dinamiza positivamente a economia local e garantindo trabalho e renda para muitas pessoas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Neste sentido, manifestamos nosso repúdio à decisão da juíza Eloísa Helena Hernandez de Hernandez de proibir a realização da Feira de Santa Maria, haja visto que os organizadores já haviam deliberado e comunicado que o evento neste ano teria o caráter apenas nacional, em respeito a orientações do governo brasileiro dos riscos relacionados à Gripe Suína em eventos internacionais, e portanto não contaria com a presença de expositores nem visitantes de outros países.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que causa maior indignação é que esta decisão da juíza dá tratamento desigual ao exigir o cancelamento da feira, mas ao mesmo tempo permitir a abertura de espaços e realização de outros eventos e atividades que também aglomeram pessoas, tais como: shopping centers, supermercados, cinemas, teatros, escolas, boates, clubes, festas, entre outros. Por que apenas a feira, se não está decretado estado de emergência na cidade? A Justiça deve primar pela igualdade de direitos. Nesta perspectiva, alertamos à população para o risco dessa postura arbitrária. Por exemplo, não há nenhum indício de cancelamento da Copa de Futebol Society nos dias 5, 12 e 19 de julho, no Planeta Bola, ou do jogo entre Riograndense e Painambi no dia 9 de julho (terceira fase da série B do Gauchão), ou dos jogos do Projeto Bom de Bola (promovidos pela rede RBS e Parati em espaço fechado, o ginásio Poliesportivo do Clube Recreativo Dores), nem de nenhum outro evento previsto e que promove a aglomeração de pessoas em lugares fechados na cidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com informe oficial do Portal do Ministério da Saúde, desta quarta-feira (08/07/09), as ocorrências de casos humanos de infecção por Influenza A (H1N1) em São Paulo são de 444 casos confirmados e não está acontecendo cancelamentos de eventos no estado. Temos preocupação e o interesse de que essa doença respiratória não se torne em uma epidemia, mas fica nosso questionamento às autoridades: o que motiva realmente o cancelamento de uma Feira que historicamente promove a Economia Solidária, a construção de um novo modelo de desenvolvimento solidário e sustentável e é uma das maiores mobilizações sociais do MERCOSUL?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Afirmando nossa indignação diante do cancelamento da Feira, conclamamos a população de Santa Maria a fortalecer esta corrente a favor deste importante evento, que tem contribuído fortemente e concretamente para a construção de uma sociedade que valoriza as pessoas, a natureza e um desenvolvimento pautado na solidariedade e na sustentabilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A paz é fruto da justiça. A justiça é fruto da democracia. A democracia se baseia na cooperação, respeito e solidariedade. Por um mundo de paz, democracia e solidariedade! &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-5339236157110613933?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/07/economia-solidaria-uma-luta-constante.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-2227253140397037</guid><pubDate>Sat, 04 Jul 2009 15:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-04T08:53:24.297-07:00</atom:updated><title>Encontro da Juventude do Conjunto Palmeira/CE</title><description>&lt;div&gt;&lt;img style="width: 383px; height: 539px;" alt="" src="http://br.mg1.mail.yahoo.com/ya/download?mid=1%5f15924224%5fAMNbv9EAAHMuSk94FwMUXz0kBkg&amp;amp;pid=2&amp;amp;fid=Inbox&amp;amp;inline=1&amp;amp;stationery=1" align="bottom" border="0" hspace="0" /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Resumo do Evento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Trata-se de um encontro da JUVENTUDE do Conjunto Palmeira que reunirá 1.000 jovens no campo de futebol para discutirem idéias de como tornar o bairro prazeroso. O encontro será realizado, pela manha, do dia 24 de julho de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Objetivo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;Dar voz a juventude do bairro, fazendo-a refletir sobre seu protagonismo social e capacidade empreendedora. Busca, a partir de propostas da juventude,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;organizar um banco de idéias e priorizar 10 (idéias) para transformar &lt;span&gt; &lt;/span&gt;o Conjunto Palmeira em um bairro prazeroso, de oportunidades, canalizador de emoção e prazer. Essa construção, objetiva contribuir para &lt;span&gt; &lt;/span&gt;a superação da violência e do uso de drogas que, cada vez mais, vem seduzindo a juventude, dando espaço para formação&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;de gangues e outras formas paralelas de agrupamento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, o evento busca o empoderamento da juventude, reforçando as várias manifestações organizadas da juventude do bairro, colando “luz” no grupos de juventude que promove a arte, a cultura, o esporte, a literatura, e tantas outras manifestações “do bem”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Metodologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;- 100 voluntários (lideranças comunitárias, gestores públicos, professores de escolas e outros) atuarão como COODENADORES de GRUPO. Cada Coordenador tem a função de escrever um grupo de 10 jovens, e animar o trabalho desses jovens no dia do Encontro. Até 15 de julho serão feitas as inscrições;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;- no dia do encontro (24 de julho), serão formados 100 grupos (10 jovens em cada grupo) distribuídos ao longo do campo de futebol do bairro. Cada grupo irá debater sobre o “conquistas e dificuldades” do bairro e propor idéias para tornar o bairro mais prazeroso. Serão válidas idéias (ações) que estejam sob a governabilidade dos próprios jovens para sua execução, ou seja, que a juventude possa começar a realizar &lt;span&gt; &lt;/span&gt;independente de recursos externos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;- todas as idéias serão catalogadas em um banco de idéias disponibilizados em uma pagina na internet;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;- durante o mês de agosto os jovens do bairro (ou qualquer morador) poderá votar em 10 idéias que julgar mais prioritárias. Essa votação será via&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;internet.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;- no dia 28 de agosto, sairá o resultado das 10 idéias eleitas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;- O FECOL irá discutir a implantação das idéias, começando pelas 10 prioritárias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Dia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:11;"  &gt;24 de julho de 2009&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span&gt;    &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Local&lt;/b&gt;: Campo de futebol do Conjunto Palmeira &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Hora&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;: 7h30 as 10h&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Realização&lt;/b&gt;: Fórum Socioecônomico Local &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;  &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-2227253140397037?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/07/encontro-da-juventude-do-conjunto.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-1341061917022339718</guid><pubDate>Thu, 02 Jul 2009 14:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-02T08:30:00.402-07:00</atom:updated><title>Medidas de moralização trazem dificuldades para programas sociais</title><description>&lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="430"&gt;           &lt;tbody&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 356px; height: 236px;" class="aligncenter" src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2009/04/20/0830EF2258.image_media_horizontal.JPG" alt="http://stream.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2009/04/20/0830EF2258.image_media_horizontal.JPG" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;         &lt;/table&gt;                                                                &lt;p&gt;Fonte: &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/06/29/materia.2009-06-29.4294043133/view"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Agência Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;strong&gt;Daniel Mello e Elaine Patricia Cruz&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Singer afirma que: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"A burocracia e o excesso de moralização que surgiram a partir da comissão parlamentar de inquérito que investiga a atuação das organizações não governamentais (CPI das ONGs) prejudicam o andamento de programas sociais no Brasil, especialmente o de economia solidária, que seria “uma inovadora alternativa de geração de trabalho e renda e uma resposta a favor da inclusão social&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Segue dizendo, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;entre os entraves está a proibição de convênios com entidades da sociedade civil dirigidas por parentes de até segundo grau de pessoas que ocupam cargos públicos. A crítica foi feita pelo economista e secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, em entrevista concedida na última sexta-feira (26), por telefone, à Agência Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span&gt;Essa campanha de moralização para impedir fraudes, na visão do secretário, além de não alcançar seu objetivo, atrasa os programas sociais do paí&lt;/span&gt;&lt;span&gt;s&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;. “Temos hoje, no Brasil, mais de 300 mil ONGs. E uma parte dessas centenas de milhares trabalha com educação, com pesquisas científicas, com saúde e outras atividades fundamentais. Todas elas estão sendo submetidas a uma espécie de camisa de força com a ideia de se impedir as fraudes. E, na verdade, não impedem, porque se você é obrigado a tirar o seu cunhado, mas estiver mal-intencionado, pode colocar um outro laranja lá. E vai ficar tudo igual.&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Confira abaixo trechos da entrevista de Paul Singer à Agência Brasil:&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Agência Brasil:&lt;/span&gt; Há quantos projetos dentro do programa de economia solidária? E que resultados estão sendo obtidos de maneira geral por esses programas?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Paul Singer:&lt;/span&gt; Temos 11 ações distintas de economia solidária. Entre elas, ações de fomento direto de empreendimentos de economia solidária e de formação em economia solidária – temos um programa educativo muito amplo e que está sendo ampliado cada vez mais em parceria com o próprio Ministério do Trabalho. Estamos qualificando milhares de pessoas. No último programa, que terminou no ano passado, foram 4 mil [pessoas]. Estamos começando agora um Plano Setorial de Qualificação [Planseq] com mais de 5 milhões de pessoas. O Planseq leva mais de um ano [de duração] e é um programa extenso que dá qualificação profissional e também qualificação em economia solidária, que é fundamental em associativismo, ensinando as pessoas a trabalhar juntas, em ajuda mútua, em termos de cumprir as exigências fiscais e legais. Havia 80 mil pessoas organizadas em empreendimentos de economia solidária, nos mais diferentes setores, na fila para receber formação. Está difícil fazer as políticas sociais, que eram mais fáceis quando você podia fazer vários tipos de convênio com os diferentes parceiros em nível estadual e municipal. Agora está tudo muito mais restrito, mas está sendo feito.&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr: &lt;/span&gt;Que dificuldades seriam essas?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer:&lt;/span&gt; É uma sucessão de proibições que vêm caindo em carta dupla desde 2007. Tem a ver com uma campanha de moralização das parcerias do governo federal com as entidades sem fins lucrativos da sociedade civil. Acho que essa moralização em si é correta, mas está sendo feita de uma forma muito intensa a ponto de matar a galinha dos ovos de ouro. Procura-se evitar que haja fraude, mas praticamente se impede que a própria política, pelo menos, tenha a agilidade que tinha antes, o que eu lamento muito. O exemplo que gostaria de dar é o seguinte: hoje todos os convênios passam por um cadastro único, que se chama Sincov [Sistema de Conveniamento do governo federal] e que não permite que haja mais do que um único convênio. Se quisermos fazer um programa de formação, por exemplo, temos que fazer um convênio com uma única entidade, que deve fazer toda a formação. Não posso conveniar, como fazíamos antes, com uma entidade abrangente que, por sua vez, podia conveniar nos diferentes lugares do Brasil com outras entidades de formação. Tem muita ONG se dedicando à formação. Esse conveniamento em cadeia, que fazíamos sempre, nos dava um poder de capilaridade e hoje não se pode mais. Há outras restrições que estão sendo feitas e dificultando bastante a ação das políticas sociais.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr:&lt;/span&gt; Essas restrições surgiram a partir da Comissão Parlamentar de Inquérito das ONGs?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer: &lt;/span&gt;Isso. A partir de 2007 começou uma caça às bruxas, a meu ver. É sempre a mesma coisa: há irregularidades? Sim, há. Devem ser evitadas? Sim, devem. Só que as irregularidades, provavalmente, estão presentes numa minoria de contratos. Sei lá: 10% ou 15%. É difícil calcular. Talvez você evite alguma coisa, mas, em compensação, as dificuldades que você cria... Para começar, custa caro ao erário. Algumas vezes, tanto ou quanto as fraudes custavam antes. Mas, antes de mais nada, você atrasa e dificulta políticas que ajudam milhões de pessoas. Não é a finalidade, mas acaba acontecendo.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr: &lt;/span&gt;Qual seria a alternativa? Como moralizar e ao mesmo tempo não impedir que as políticas públicas aconteçam? Qual seria esse modelo?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer: &lt;/span&gt;O modelo, na verdade, deveria parar de proibir coisas. Os que fazem os convênios, como o Ministério do Trabalho, no qual eu estou, praticamente não foram consultados. Isso está sendo feito pelos órgãos de controle. Não estou discutindo as boas intenções deles. Só estou dizendo que eles não entendem as dificuldades que nós temos porque eles não fazem convênios. Órgão de controle como Tribunal de Contas, Controladoria- Geral da União e mesmo os ministérios do Planejamento e da Fazenda não fazem convênio. Não precisam. A ação desses ministérios é sobre os outros ministérios que fazem convênios. Eles nos controlam. É a função deles. Não estou querendo que não nos controlem. Mas, na hora de mudar o caráter dos controles para torná-los eventualmente mais abrangentes e mais efetivos, deveríamos estar juntos. E infelizmente não estamos. Algumas vezes, as coisas são feitas com intenções boas – bem, mas o inferno está cheio de boas intenções. Outra vedação recente é que hoje você está proibido de fazer convênios com uma organização da sociedade civil – pode ser uma ONG ou uma Oscip [organização da sociedade civil de interesse público] – que tenha na sua direção qualquer pessoa que exerça algum cargo público em nível federal, estadual ou municipal. Mas não só. Estão proibidos também os convênios com todas as entidades que tenham algum dirigente que seja parente de alguém que esteja em cargo público em parentesco de até segundo grau. Temos 5,6 mil municípios. Temos milhões de pessoas que são vereadores e secretários municipais. Proibir convênios com parentes dessas pessoas na santa ideia de que isso se evitará que haja favorecimento com o parentesco é, inclusive, uma violação do direito que essas pessoas têm de trabalhar e atuar como qualquer outro. Quando a pessoa é prima ou cunhada de um vereador, por que ela não pode continuar dirigindo uma ONG? Para podá-la tem que ter alguma prova de que a pessoa agiu errado. De antemão, preventivamente, proibir isso com a suposição de que o parentesco é indutor de fraude, a meu ver, não cabe.&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr: &lt;/span&gt;O excesso de burocracia, então, estaria também prejudicando o programa?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer:&lt;/span&gt; Está prejudicando, eu diria, todas as políticas sociais brasileiras que, tradicionalmente, se fazem – não tem outra maneira de fazer – com o chamado terceiro setor. Temos hoje no Brasil mais de 300 mil ONGs. E uma parte dessas centenas de milhares trabalham com educação, com pesquisas científicas, com saúde e outras atividades fundamentais. E todas elas estão sendo submetidas a uma espécie de camisa de força com a ideia de se impedir as fraudes. E, na verdade, não impedem, porque se você é obrigado a tirar o seu cunhado, mas estiver mal-intencionado, pode colocar um outro laranja lá. E vai ficar tudo igual. Não é difícil fraudar isso. Mas, para quem não quer fraudar coisa nenhuma e quer trabalhar sério, são dificuldades que aumentam cada vez mais.&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr: &lt;/span&gt;A crise econômica, de certa forma, também prejudicou os programas sociais no Brasil?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer:&lt;/span&gt; Pelo contrário. O que ela fez foi aumentar a importância e a demanda por esses programas. Aumentou o desemprego, aumentou a probreza. Então, as políticas socias têm de crescer  para atender às demandas.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr:&lt;/span&gt; A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) divulgou números apontando que &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/06/19/materia.2009-06-19.6710353117/view"&gt;a crise econômica deixará 1 bilhão de pessoas passando fome no mundo&lt;/a&gt;. Que ajuda os programas sociais dariam para diminuir esse número?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer:&lt;/span&gt; Os programas sociais ajudam imensamente. Aliás, o Brasil é um país de vanguarda no sentido de redução de pobreza e de desigualdade. Ainda tem muita pobreza e desiguldade no nosso país. Mas, comparativamente, é outro. Nós conseguimos avançar – e avançar recentemente. Cerca de metade dos que antes eram pobres hoje está na chamada classe C e está acima da linha de pobreza. E as novas ações do governo dão mais potência a essa luta. Os programas mais importantes, a meu ver, são o do salário mínimo e o Bolsa Família. E eu quero dizer que o Bolsa Família significa salvar uma geração toda, porque efetivamente nós sabemos que as crianças das famílias beneficiárias do Bolsa Família estão indo à escola, estão sendo alimentadas e passam de ano.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr: &lt;/span&gt;Que outro programa o senhor destacaria?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer:&lt;/span&gt; Temos hoje um programa de crédito aos mais pobres por meio de bancos comunitários. Somos parceiros nesse programa com o Banco do Brasil. Os bancos comunitários recebem depósitos do Banco Popular do Brasil, que é uma parte do Banco do Brasil. Esses bancos são resultado da construção de comunidades coesas, que reúnem suas próprias poupanças – que são poucas, mas importantes – e usam moeda social para promover atividades dentro de seus bairros. E isso dá resultado. Eles começam a desenvolver atividades que geram trabalho e renda e começam a sair da pobreza. São programas dessa natureza que me parecem mais importantes, programas emancipatórios. Eles estão acontecendo e pessoalmente posso dizer que estou bastante otimista a respeito do nosso país.&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ABr: &lt;/span&gt;Esses programas de economia solidária poderiam ser uma solução para a crise ou para esse 1 bilhão de pessoas que estarão passando fome no mundo?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Singer:&lt;/span&gt; Sim. Em grande parte está sendo um modelo. Na agricultura, o cooperativismo de gente pobre é um instrumento fundamental. Os camponeses produzem comida, antes de mais nada, para eles próprios. Mas, para isso, eles precisam ter apoio, sementes, crédito, apoio tecnológico. O governo brasileiro faz política de economia solidária por meio de 22 ministérios, bem mais do que a metade dos ministérios do governo federal, que são 37. Todos os ministérios que são de políticas sociais dão apoio ao [programa] economia solidária. É isso que dá ao Brasil essa imagem de ser um país onde a economia solidária tem amplo apoio. Está crescendo também o apoio dos governos estaduais e municipais à economia solidária no Brasil. Em outros países da América Latina é a mesma coisa, mas eles começaram mais tarde, então estão um pouco mais atrasados. Há dois países na América Latina que mudaram suas constituições recentemente, inclusive em referendos populares: a Bolívia e o Equador. Nas duas constituições, a economia dos países é definida como economia solidária. São países com os quais colaboramos. A Venezuela está fazendo programas muito amplos também de apoio e de fomento à economia solidária. Isso está, inclusive, se estendendo para outros países, como os Estados Unidos, que hoje tem uma rede de economia solidária.E não é do governo não. Isso vem da sociedade civil.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-1341061917022339718?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/07/medidas-de-moralizacao-trazem.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-3865792242354189848</guid><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 15:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-02T08:19:58.049-07:00</atom:updated><title>Resultado do Edital SIES para região Norte</title><description>Resultado do Edital SIES para região Norte                            &lt;table class="contentpaneopen"&gt;      &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td colspan="2" class="createdate" valign="top"&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;    &lt;td colspan="2" valign="top"&gt;     &lt;p class="autor"&gt; Fonte: Roberto Marinho&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A SENAES divulgou o resultado final da seleção de propostas para as atividades do SIES na Região Norte em 2009, no ultimo dia 29/06.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segue a lista das Instituições selecionadas:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="item"&gt;- Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino Pesquisa e Extensão Universitária no Acre – FUNDAPE&lt;/p&gt; &lt;p class="item"&gt;- Fundação de Apoio Institucional MURAKI&lt;/p&gt; &lt;p class="item"&gt;- Fundação de Amparo e desenvolvimento da Pesquisa – FADESP&lt;/p&gt; &lt;p class="item"&gt;- Fundação Universidade do Tocantins – UNITINS&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;       &lt;span class="article_seperator"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-3865792242354189848?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/07/resultado-do-edital-sies-para-regiao.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-6092773710896613072</guid><pubDate>Mon, 29 Jun 2009 11:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-29T04:50:34.658-07:00</atom:updated><title>Ministro de Trabalho e Emprego faz considerações pelos 06 anos da Senaes</title><description>&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;      &lt;tr&gt;    &lt;td colspan="2" valign="top"&gt;     &lt;p class="autor"&gt; Fonte: Por Rita Paiva&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Secretaria implementa ações de formação, incubação, assistência técnica e assessoramento de trabalhadores em empreendimentos solidários&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A economia solidária tem sido uma grande geradora de oportunidades na área de inclusão social no país. Desde 2003, quando o Governo Federal criou a Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), cerca de 250 mil trabalhadores em empreendimentos econômicos solidários já foram beneficiados. Projetos de formação, incubação, assistência técnica e assessoramento são as principais ações implementadas pela Senaes, que hoje completa 6 anos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o papel da Senaes é estratégico para o Brasil. "O desempenho da Senaes é importante pela necessidade de fortalecimento das cooperativas de trabalhadores e pelo incentivo à qualificação a as linhas de crédito para os pequenos empreendedores. Esta secretaria iniciou um novo ciclo nas relações das organizações populares voltadas aos pequenos produtores e ao associativismo, para que o trabalhador garanta seu próprio sustento", afirmou Lupi. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para atender às principais demandas destes empreendimentos, por meio do acesso a bens e serviços financeiros, de infra-estrutura, conhecimentos e a organização de processos de produção e comercializaçã o, foram direcionados cerca de R$ 114,2 milhões nos últimos 6 anos. Entre as ações da Senaes, destacam-se a atuação voltada ao marco jurídico do cooperativismo, com proposição de legislação específica para as Cooperativas de Trabalho, do cooperativismo social e da Lei Geral do Cooperativismo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Capacitação - A qualificação social e profissional da economia solidária atendeu cerca de 11 mil trabalhadores das cadeias produtivas do artesanato, confecções, agroecologia, metalurgia, apicultura, fruticultura e piscicultura. Na cadeia produtiva de coleta e reciclagem de resíduos sólidos urbanos, recebem assistência técnica 10 mil trabalhadores. Também foram formados 900 gestores de políticas públicas federais, estaduais e municipais.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Criado em 2005, o Projeto Brasil Local capacitou, em 6 anos, 1.500 agentes comunitários. Atualmente, 532 deles acompanham aproximadamente 700 empreendimentos solidários que contam com a participação de 45 mil trabalhadores nos 26 estados e Distrito Federal.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em parceria com ministérios e outros órgãos do Governo Federal, foram apoiadas 82 incubadoras universitárias, beneficiando aproximadamente outros 700 empreendimentos econômicos solidários, com cerca de 10 mil trabalhadores associados. Projetos de apoio e fortalecimento de Redes de Cooperação são implementados desde 2004, beneficiando cerca de 3.800 trabalhadores em 11 estados brasileiros, nos segmentos da apicultura, algodão agroecológico e coleta e reciclagem de lixo. Também são executados projetos de Apoio à Recuperação de Empresas pelos Trabalhadores em Autogestão, beneficiando cerca de 13 mil trabalhadores de 60 empresas em 14 estados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Acesso a Mercados - Parceria entre a Senaes e a Fundação Banco do Brasil, em 2004, foi responsável por implementar iniciativas de geração de trabalho e renda. Até 2008 foram apoiados 150 projetos, beneficiando 4.300 empreendimentos com 136 mil trabalhadores diretamente e mais de 2 milhões indiretamente, em 720 municípios.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre estes projetos, 90 são destinados à melhoria da produção e organização da comercializaçã o, beneficiando 127 mil trabalhadores de 1.700 empreendimentos que participam de feiras, exposições, centrais de comercializaçã o e lojas solidárias. Também em parceria com o Governo do Acre, recebem apoio outros 24 projetos de produção e comercializaçã o, com investimento de R$ 8 milhões.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Acesso ao Capital - O Programa de Apoio a Projetos Produtivos Solidários, parceria entre a Senaes, Banco do Nordeste (BNB) e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, atendeu 50 projetos entre 2005 e 2008. Foram investidos R$ 5 milhões, beneficiando cerca de 700 empreendimentos econômicos solidários com 7 mil famílias participantes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Projeto de Apoio a Bancos Comunitários, executado em parceria com a Fundação Banco do Brasil, com o Banco do Brasil e o Instituto Palmas (Banco Palmas), implementou até o ano passado 44 Bancos Comunitários em áreas de periferia urbana, comunidades quilombola e municípios rurais, levando financiamento solidário a cerca de 5 mil pessoas. Tal ação permitiu a inclusão bancária de 10 mil famílias.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Senaes - Desde 2003, a Senaes tem buscado o diálogo social por meio dos Fóruns de Economia Solidária. Em 2006, foi implantado o Conselho Nacional de Economia Solidária, com a participação de 56 representantes governamentais e da sociedade civil. Também foi realizada a 1ª Conferência Nacional de Economia Solidária, com 17 mil pessoas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Assessoria de Imprensa do MTE (61) 3317 - 6537/2430 -   &lt;script language="JavaScript" type="text/javascript"&gt;  &lt;!--  var prefix = '&amp;#109;a' + 'i&amp;#108;' + '&amp;#116;o';  var path = 'hr' + 'ef' + '=';  var addy88162 = '&amp;#97;cs' + '&amp;#64;';  addy88162 = addy88162 + 'mt&amp;#101;' + '&amp;#46;' + 'g&amp;#111;v';  var addy_text88162 = '&amp;#97;cs' + '&amp;#64;' + 'mt&amp;#101;' + '&amp;#46;' + 'g&amp;#111;v';  document.write( '&lt;a&gt;' );  document.write( addy_text88162 );  document.write( '&lt;\/a&gt;' );  //--&gt;\n &lt;/script&gt;&lt;a href="mailto:acs@mte.gov"&gt;acs@mte.gov&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-6092773710896613072?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/ministro-de-trabalho-e-emprego-faz.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-7067260864694845260</guid><pubDate>Sun, 28 Jun 2009 12:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-28T06:06:48.590-07:00</atom:updated><title>PROMOVER a recuperação global através de cooperativas</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;El mensaje de la ACI Mundial, con motivo del 87º Dia Internacional de las Cooperativas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acontece todos os anos, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), com sede em Genebra, na Suíça (que engloba mais de 800 milhões de co-operadores em todo o mundo), deu sua tradicional mensagem para o mundo realizaram o primeiro sábado julho, 87 º Dia Internacional das Cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem do ACI  é textualmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As Cooperativas são mais resistentes às crises do que os outros modelos de empresas, de acordo com um estudo recente encomendado pela ACI para a Organização Internacional do Trabalho (OIT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cooperativas financeiras têm-se mantido forte financeiramente, as cooperativas agrícolas, em muitas partes do mundo, estão conseguindo excedentes, as cooperativas de consumo estão conseguindo aumentar volume de negócios, cooperativas de trabalho associado continuam a crescer. Mais e mais pessoas estão escolhendo o modelo empresarial cooperativo para responder às novas realidades econômicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porque as cooperativas conseguem sobreviver e prosperar mesmo em situações de crise e para além dela? É o modelo. A empresa cooperativa é um modelo empresarial alternativo que, em vez de se concentrar sobre os lucros, se concentra nas pessoas, aumentando o poder de pessoas no mercado, ao mesmo tempo orientar as suas operações baseadas em princípios e valores cooperativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em muitos países e em muitas partes do mundo, a empresa cooperativa está crescendo em adesão, capitais e de volume de negócios. Cooperativas estão contribuindo significativamente para a manutenção e criação de novos empregos e, portanto, para garantir a renda familiar. Estão assegurando que os preços sejam mantidos em limites razoáveis, varejo e bens de consumo, alimentos e serviços continuem seguros, confiáveis e de boa qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As instituições financeiras cooperativas tem registrado aumento de capital, porque os consumidores reconhecem a segurança e a viabilidade da poupança e cooperativas de crédito, os bancos cooperativos e cooperativas de seguros, em muitos casos, têm continuado a fornecer crédito a particulares e pequenas empresas. Ao fazê-lo, eles estão demonstrando que o negócio é sustentável e de cooperação empresarial com base em valores éticos, podem ter sucesso e contribuir para a recuperação econômica sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os economistas, acadêmicos e a comunidade internacional estão desesperadamente à procura de respostas sobre a forma de estimular uma recuperação global e, ao fazê-lo, estão começando a questionar o atual modelo econômico que tem perdido a confiança dos políticos e da maioria dos indivíduos. É uma questão de analisar a regulação do mercado e, em particular, das instituições financeiras, para garantir operações mais éticas e transparentes .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em sua pesquisa, no entanto, também estão descobrindo e reconhecendo o potencial das cooperativas para contribuir significativamente para um novo sistema econômico. Muitos governos estão considerando a opção cooperativa neste novo ambiente económico, quer seja para aumentar a produtividade agrícola ou para reorganizar os sistemas nacionais de protecção social, como pode ser visto no recente debate sobre a reforma do sistema de saúde nos Estados América e da proposta de criação de cooperativas de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Também reconhecem sua contribuição para a recuperação dos países, e cada vez mais, para encorajar os seus cidadãos a considerar empreendimentos cooperativos para as suas finanças, para aumentar a sua produtividade e o bem estar geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O movimento cooperativo terá que trabalhar com os responsáveis políticos para garantir que se reconheça a natureza específica das cooperativas. Não deve ser demasiado regulamentada, e sua natureza deve ser entendida contraria ao risco. Uma resposta política coerente e bem articulada  é crucial para assegurar que não sejam prejudicadas por mudanças no ambiente regulador. Só com políticas adequadas, as cooperativas continuarão a ser capazes de impulsionar a recuperação global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Embora alguns analistas acreditam que o pior já passou para a economia mundial e que é provavel que a recuperação começe no final deste ano, a recessão e o impacto afetaram todas as empresas. Muitas cooperativas têm a tentação de sobreviver a qualquer preço, mesmo para além da sua natureza cooperativa, mas cada vez mais provas de que colocar os valores cooperativos e princípios em prática pode ser vital para a sustentabilidade a longo prazo. Agora é a vez de enfatizar a natureza cooperativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O movimento cooperativo está tendo uma oportunidade única. Deve superar o desafio e demonstrar que o modelo cooperativo é a melhor alternativa para os negócios do futuro. Cooperativas estão demonstrando que não só são o motor para o desenvolvimento econômico, mas também a nível da democracia  econômica e política e responsabilidade social. Cooperativas oferecem uma maneira mais justa de fazer negócios, onde valores sociais e ambientais não são apenas algo que a empresa pode fazer, mas simplesmente a forma de fazer negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Neste Dia Internacional das Cooperativas, a ACI apela para um chamdo aos cooperativistas de todo o mundo, no sentido de reforçar os seus compromissos para com os seus valores e princípios cooperativos, celebrar seu sucesso nestes tempos difíceis  e trabalhar juntos para garantir que continuem impulsionando a recuperação global em todo o mundo. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Prensa Cooperativa &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.prensacooperativa.coop/Noticias.asp?ID=763"&gt;(Texto em espanhol)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-7067260864694845260?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/promover-recuperacao-global-atraves-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-2854107514229790362</guid><pubDate>Sun, 28 Jun 2009 10:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-28T03:38:24.627-07:00</atom:updated><title>Cartilha completa sobre o SISORG, que regulamenta a conformidade dos orgânicos</title><description>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;ATENÇÃO!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue o link para acesso ao documento explicativo completo, afirmando apenas o uso de produtos livre de trangênicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=1070&amp;amp;Itemid=18"&gt;CARTILHA SISORG PRODUTOS ORGÂNICOS&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-2854107514229790362?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/cartilha-completa-sobre-o-sisorg-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-8559192352656722118</guid><pubDate>Sat, 27 Jun 2009 19:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-27T12:53:22.661-07:00</atom:updated><title>“Último São João da Comunidade Cachoeira do Teotônio”</title><description>&lt;span class="post-comment-link"&gt; &lt;/span&gt; &lt;span class="post-location"&gt; &lt;/span&gt;    &lt;script type="text/javascript"&gt;if (window['tickAboveFold']) {window['tickAboveFold'](document.getElementById("latency-1004851704123648414")); } &lt;/script&gt; &lt;div style="text-align: justify;" class="post hentry"&gt; &lt;a name="8148890917659968501"&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;Com apresentações de grupos folclóricos, comercialização de comida típica, brincadeiras e adivinhações à beira da fogueira a comunidade da Cachoeira do Teotônio com apoio dos acadêmicos de História da Unir, realizou no dia 24, a partir das 19h, o arraial denominado: “Festa de São João na Cachoeira do Teotônio”, de acordo com os organizadores do evento, este será o último arraial de São João que vai acontecer na localidade, uma vez, que, com a construção das usinas do Madeira a cachoeira desaparecerá e parte da Vila será inundada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: arial;" class="post-body entry-content"&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;"Um pouco de História"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;A Vila do Teotônio surgiu no ano de 1757 com o objetivo fiscalizar e cobrar o imposto dos mineradores que extraiam ouro na região. Na realidade, os capitães-generais das Capitanias do Pará e Mato Grosso, tinham como objetivo reconstruir no local do arraial batizado como Santo Antônio, o entre posto fiscal, mas, terminaram construindo um arraial nas proximidades de Salto Grande, quando o juiz de fora de Vila Bela da Santíssima Trindade, Teotônio da Silva Gusmão, convenceu as autoridades da metrópole e os governos das províncias a construírem a povoação, tendo-o como executor.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Em 1757, Teotônio da Silva Gusmão – chegou de Belém com numerosa comitiva, inclusive dois sacerdotes Carmelitas – Frei José de Jesus Maria e Frei João Evangelista. Fundou o arraial de Nossa Senhora da Boa Viagem do Salto Grande que na realidade ficou conhecido como Arraial do Teotônio.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Em 21 de fevereiro de 1759, o governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado criava a Vila de Salto Grande, embora o fundador, segundo o governo afirma em documento enviado à corte, por ser muito nervoso e pouco conciliador, provocasse a evasão de seus auxiliares e a irritação dos índios, que chegaram a desferir ataques ou se revoltarem com o tratamento que dele recebiam, resultando no abandono do lugarejo.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Em 1819, houve novas tentativas de povoar Teotônio, o tenente coronel José Pereira da Silva, que terminou assassinado por escravos e, finalmente, o tenente Diogo de Ramos Cardoso, que resistiu às intempéries até 1825, quando viajou para o Pará. Quanto a Teotônio de Gusmão, que chegara a ser nomeado ouvidor de Cuiabá e deixara de assumir para ir fundar Boa Viagem, morreu em extrema pobreza em Santarém (PA).&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, Teotônio os últimos dias da sua razão de ser, a Cachoeira do Salto Grande mais conhecida como Cachoeira do Teotônio, em virtude da construção das usinas no Madeira.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(204, 255, 255);" href="http://bailadoraandaluza.blogspot.com/"&gt;Bailadora Andaluza&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-8559192352656722118?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/ultimo-sao-joao-da-comunidade-cachoeira.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-8032483550110714183</guid><pubDate>Sat, 27 Jun 2009 19:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-27T12:46:43.536-07:00</atom:updated><title>UNIR faz primeiro vestibular para docentes indígenas</title><description>&lt;p style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;Com base na política de direitos, no diálogo com os movimentos indígenas e indigenistas e considerando sua pauta formativa, a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) realizou no último domingo (21) o primeiro processo de seleção para o curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural, criado no âmbito do Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI) do Governo Federal.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O vestibular indígena 2009 teve como público específico docentes indígenas que já atuam na Educação Escolar Indígena em Rondônia. No total, 117 candidatos inscreveram-se. Participaram do primeiro processo seletivo as seguintes etnias: Makurap, Cabixi, Jaboti, Cabixi, Canoé, Gavião, Arara, Karipuna, Kaxarari, Karitiana, Aikanã, Mamaidê, Oro Não, Oro Waran, Cinta Larga, Suruí, Tupari e Kampé.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural tem 50 vagas e será oferecido pela UNIR no Campus de Ji-Paraná. Seu objetivo é a formação de docentes indígenas para lecionar nas escolas de Ensino Fundamental e Médio, com vistas a atender a demanda das sociedades indígenas, nas áreas de concentração em: Educação Escolar Intercultural no Ensino Fundamental e Gestão Escolar, Ciências da Linguagem Intercultural, Ciências da Natureza e da Matemática Intercultural e Ciências da Sociedade Intercultural.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A criação do curso representa um pequeno passo na direção da viabilização do direito à educação, do respeito às culturas tradicionais, na medida em que favorece a permanência de docentes e estudantes indígenas em suas comunidades em um processo permanente de revalorização da Terra Indígena.&lt;br /&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;Fonte: UNIR&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-8032483550110714183?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/unir-faz-primeiro-vestibular-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-630004723977550753</guid><pubDate>Sat, 27 Jun 2009 19:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-27T12:45:22.505-07:00</atom:updated><title>CNPq lança Edital Universal 2009</title><description>&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou na última sexta-feira (19) Edital MCT/CNPq nº 14/2009 – Universal para apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação em todas as áreas do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados em apresentar propostas de projetos ao Edital Universal podem inscrever seus projetos até o dia 5 de agosto, por meio do Formulário online de Propostas, que já está disponível na Plataforma Carlos Chagas do CNPq.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;O resultado será divulgado em novembro de 2009. Podem concorrer ao Edital docentes que tenham o título de doutor e vínculo formal com a instituição de execução do projeto.&lt;br /&gt;Os recursos, oriundos do CNPq e dos Fundos Setoriais, serão distribuídos em três faixas de financiamento. A Faixa A, receberá projetos de até R$ 20 mil; Faixa B, para propostas acima de R$ 20 mil e abaixo de R$ 50 mil; e Faixa C, para projetos de R$ 50 mil a R$ 150 mil. Os recursos poderão ser destinados aos financiamento de itens de custeio e capital.&lt;br /&gt;Norte, Nordeste e Centro-Oeste - Uma parcela mínima de 30% do total de recursos será destina para projetos de pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incentivando a expansão e a consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Para mais informações acesse &lt;a href="http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/universal.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt; o Edital MCT/CNPq nº 14/2009 – Universal.&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(204, 255, 255);" align="justify"&gt;Fonte: UNIR&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-630004723977550753?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/cnpq-lanca-edital-universal-2009.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-8742889424471900613</guid><pubDate>Sat, 27 Jun 2009 11:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-01T04:29:51.541-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;SENAES/MTE e UnB estimulam economia solidária para vencer a pobreza&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.clicabrasilia.com.br/portal/img/transp.gif" height="5" width="5" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Clica Brasilia e UNB Agencia&lt;br /&gt;&lt;a class="'credito'"&gt;Foto: Isabela Lyrio/UnB Agência&lt;/a&gt;&lt;img style="width: 362px; height: 270px;" src="http://www.clicabrasilia.com.br/portal/img/fotos/noticias_26062009143159.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A economia solidária, maneira de trabalho na qual patrão e empregado não existem representa uma alternativa promissora para a pobreza. Milhares de empreendimentos que trabalham nessa linha ganham cada vez mais espaço no campo e nas cidades brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“É um modo de produção totalmente diferente do capitalista. Não é o monopólio da minoria, é a propriedade coletiva. Todos são sócios necessários e trabalham nos empreendimentos”, afirmou o secretário nacional de Economia Solidária, Paul Singer. Ele participou do seminário Economia Solidária e Desenvolvimento Local, realizado no Auditório Dois Candangos nesta quinta-feira, 25 de junho.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Parceria entre a Secretaria Nacional de Economia Solidária, a UnB e a Fundação Universitária de Brasília (Fubra), o encontro reuniu gestores públicos, estudantes e representantes de cooperativas de todo o Brasil. Durante todo o dia, mulheres e homens organizaram, no hall do auditório, mostra de produtos desenvolvidos nas comunidades.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Singer disse que a pobreza criada pela lógica concentradora capitalista é desnecessária. “Mas não ao modo capitalista. A economia solidária permite que as pessoas se unam, mas sem perseguir o lucro máximo. É capaz de transformar comunidades pobres em prósperas e promover o desenvolvimento”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Francinete da Cruz levou ao seminário uma experiência inusitada desenvolvida em Alcântara, no Maranhão. O Banco Quilombola opera com uma moeda social chamada Guará, que tem o mesmo valor do real. “O banco tem a finalidade de estimular o consumo de bens e serviços produzidos pela comunidade”, explicou. O Guará circula apenas em Alcântara, município com 21,5 mil habitantes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O projeto cresceu tanto que hoje não só quem pratica a economia solidária utiliza o Guará. "Hoje temos 50 estabelecimentos comerciais que aceitam a moeda social", disse Francinete.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Na minha vida, muita coisa mudou", contou Jaciara Jesus Sousa, 39 anos, moradora da Vila Dnoc's, em Sobradinho. Ela é uma das participantes do projeto Eu sou comunidade consciente, que produz flores, bordados e chocolate para geração de renda. A dona-de-casa era uma das pessoas reunidas na feirinha que se formou no hall do auditório. "Eu estava desempregada. Geralmente as comunidades carentes são muito descriminadas e o trabalho serve para mostrar que somos capazes de produzir coisas boas", afirmou.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-8742889424471900613?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/senaesmte-e-unb-estimulam-economia.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-2272931321785581787</guid><pubDate>Fri, 26 Jun 2009 21:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-26T14:07:25.876-07:00</atom:updated><title>06 anos de Secretaria Nacional de Economia Solidária</title><description>&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt;  &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;A economia solidária tem sido uma grande geradora de oportunidades na área de inclusão social no país. Desde 2003, quando o Governo Federal criou a Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), cerca de 250 mil trabalhadores em empreendimentos econômicos solidários já foram beneficiados. Projetos de formação, incubação, assistência técnica e assessoramento são as principais ações implementadas pela Senaes, que hoje completa 6 anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o papel da Senaes é estratégico para o Brasil. “O desempenho da Senaes é importante pela necessidade de fortalecimento das cooperativas de trabalhadores e pelo incentivo à qualificação a as linhas de crédito para os pequenos empreendedores. Esta secretaria iniciou um novo ciclo nas relações das organizações populares voltadas aos pequenos produtores e ao associativismo, para que o trabalhador garanta seu próprio sustento”, afirmou Lupi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Para atender às principais demandas destes empreendimentos, por meio do acesso a bens e serviços financeiros, de infra-estrutura, conhecimentos e a organização de processos de produção e comercialização, foram direcionados cerca de R$ 114,2 milhões nos últimos 6 anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Entre as ações da Senaes, destacam-se a atuação voltada ao marco jurídico do cooperativismo, com proposição de legislação específica para as Cooperativas de Trabalho, do cooperativismo social e da Lei Geral do Cooperativismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Capacitação – A qualificação social e profissional da economia solidária atendeu cerca de 11 mil trabalhadores das cadeias produtivas do artesanato, confecções, agroecologia, metalurgia, apicultura, fruticultura e piscicultura. Na cadeia produtiva de coleta e reciclagem de resíduos sólidos urbanos, recebem assistência técnica 10 mil trabalhadores. Também foram formados 900 gestores de políticas públicas federais, estaduais e municipais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Criado em 2005, o Projeto Brasil Local capacitou, em 6 anos, 1.500 agentes comunitários. Atualmente, 532 deles acompanham aproximadamente 700 empreendimentos solidários que contam com a participação de 45 mil trabalhadores nos 26 estados e Distrito Federal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Em parceria com ministérios e outros órgãos do Governo Federal, foram apoiadas 82 incubadoras universitárias, beneficiando aproximadamente outros 700 empreendimentos econômicos solidários, com cerca de 10 mil trabalhadores associados. Projetos de apoio e fortalecimento de Redes de Cooperação são implementados desde 2004, beneficiando cerca de 3.800 trabalhadores em 11 estados brasileiros, nos segmentos da apicultura, algodão agroecológico e coleta e reciclagem de lixo. Também são executados projetos de Apoio à Recuperação de Empresas pelos Trabalhadores em Autogestão, beneficiando cerca de 13 mil trabalhadores de 60 empresas em 14 estados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Acesso a Mercados – Parceria entre a Senaes e a Fundação Banco do Brasil, em 2004, foi responsável por implementar iniciativas de geração de trabalho e renda. Até 2008 foram apoiados 150 projetos, beneficiando 4.300 empreendimentos com 136 mil trabalhadores diretamente e mais de 2 milhões indiretamente, em 720 municípios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Entre estes projetos, 90 são destinados à melhoria da produção e organização da comercialização, beneficiando 127 mil trabalhadores de 1.700 empreendimentos que participam de feiras, exposições, centrais de comercialização e lojas solidárias. Também em parceria com o Governo do Acre, recebem apoio outros 24 projetos de produção e comercialização, com investimento de R$ 8 milhões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Acesso ao Capital – O Programa de Apoio a Projetos Produtivos Solidários, parceria entre a Senaes, Banco do Nordeste (BNB) e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, atendeu 50 projetos entre 2005 e 2008. Foram investidos R$ 5 milhões, beneficiando cerca de 700 empreendimentos econômicos solidários com 7 mil famílias participantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;O Projeto de Apoio a Bancos Comunitários, executado em parceria com a Fundação Banco do Brasil, com o Banco do Brasil e o Instituto Palmas (Banco Palmas), implementou até o ano passado 44 Bancos Comunitários em áreas de periferia urbana, comunidades quilombola e municípios rurais, levando financiamento solidário a cerca de 5 mil pessoas. Tal ação permitiu a inclusão bancária de 10 mil famílias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Senaes – Desde 2003, a Senaes tem buscado o diálogo social por meio dos Fóruns de Economia Solidária. Em 2006, foi implantado o Conselho Nacional de Economia Solidária, com a participação de 56 representantes governamentais e da sociedade civil. Também foi realizada a 1ª Conferência Nacional de Economia Solidária, com 17 mil pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;Assessoria de Imprensa do MTE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(230, 230, 255);"&gt;(61) 3317 – 6537/2430 – &lt;a href="mailto:acs@mte.gov.br" target="_blank"&gt;acs@mte.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;!-- &lt;div class="info"&gt;by luciouberdan&lt;/div&gt; --&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-2272931321785581787?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/06-anos-de-secretaria-nacional-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-2222171856279142129</guid><pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-26T07:13:57.413-07:00</atom:updated><title>Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial tem palestra do MTE</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ministério apresenta o painel "As políticas de emprego e renda e a promoção da igualdade racial no mercado de trabalho"  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="negrito"&gt;&lt;/span&gt;O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), outros órgãos do governo e organizações não governamentais debatem nesta sexta-feira (26) ações realizadas pela promoção da igualdade racial no mercado de trabalho. O MTE apresentará "As políticas de emprego e renda e a promoção da igualdade racial no mercado de trabalho", na II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (II Conapir), às 14h.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A conferência acontece de quinta a domingo no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"O Brasil é o único país no mundo que possui uma comissão tripartite que além de gênero aborda também a questão da raça e etnia. Isso é muito importante se lembramos que o nosso país possui 50% da população formada por negros e que 70% deles vivem em condições de subemprego e desemprego. Por esse motivo que o MTE é tão empenhado em promover a empregabilidade para essa parcela da sociedade", lembra o coordenador da Comissão Tripartite de Igualdade de Oportunidades e de Tratamento de Gênero, Raça e Etnia no Trabalho, Sérgio de Sepulveda.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O II Conapir é uma ação promovida pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial que tem como objetivo ampliar o diálogo e a cooperação entre órgãos e entidades governamentais e não governamentais. Fruto de uma mobilização nacional envolvendo conferências municipais, estaduais e consultas às comunidades tradicionais de terreiros, quilombolas, indígenas e de etnia cigana, o evento visa, por meio do debate entre os participantes, apontar ajustes às políticas de igualdade que estão em vigência no país.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mais informações sobre a II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial podem ser obtidas pelo telefone (61) 3411-4968 ou no email &lt;a class="cl_001" target="_blank" href="mailto:seppir.conapir2009@planalto.gov.br"&gt;seppir.conapir2009@planalto.gov.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="negrito"&gt;&lt;span class="negrito"&gt;Assessoria de Imprensa do MTE&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;(61) 3317 - 6537 - &lt;a class="cl_001" href="mailto:acs@mte.gov.br" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#906e14;"&gt;acs@mte.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-2222171856279142129?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/conferencia-nacional-de-promocao-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-1508602350941575088</guid><pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-26T07:09:53.125-07:00</atom:updated><title>Aconteceu! Mobilização Nacional em Defesa dos Direitos Quilombolas</title><description>&lt;img src="http://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;amp;ik=013af0f661&amp;amp;view=att&amp;amp;th=12218cb9b21c7252&amp;amp;attid=0.1.1&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="424" align="bottom" border="0" height="351" hspace="12" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas organizou, para o &lt;b&gt;dia&lt;/b&gt; &lt;b&gt;25 de junho de 2009&lt;/b&gt;, Mobilização Nacional em Defesa dos Direitos Quilombolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos cerca de 5.000 Comunidades Quilombolas em todo o Brasil. Atualmente, vivemos um momento de ataque aos direitos Quilombolas, garantidos na Constituição Federal de 1988. O Decreto 4887/2003 hoje sofre ameaça pela ADI 3239, do STF, de autoria do Democratas. Projetos de Lei e de Emenda Constitucional no Congresso Nacional também questionam nossos marcos legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-        Exigimos a regularização de nossos territórios tradicionais, conforme estabelecido no Artigo 68 do ADCT da Constituição Federal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-        Exigimos a manutenção e o fortalecimento de nossa base legal, com ênfase para o Decreto 4887/2003!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-        Exigimos a implementação efetiva de políticas públicas sociais, de infra-estrutura e econômicas que reduzam a vulnerabilidade de nosso povo e respeitem nossa cultura, usos e costumes!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Lista E_Solidaria&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-1508602350941575088?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/aconteceu-mobilizacao-nacional-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-7768734745168540052</guid><pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-30T11:31:43.604-07:00</atom:updated><title>Fundação Universitária de Brasília/UNB  e SENAES/MTE realizam Seminario dos Resultados do Projeto Brasil Local em Brasilia</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.fubra.org.br/economiasolidaria/img/alagoas.jpg" style="float: left; padding-right: 10px;" height="144" width="208" /&gt;O Seminário Economia Solidária e Desenvolvimento Local busca compartilhar resultados do projeto Brasil Local e fomentar o debate acerca da importância da economia solidária como estratégia de enfrentamento das diversas formas de exclusão. A economia solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver, respeitando todas as formas de vida e construindo relações sociais baseadas em novos valores. Compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, dentre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo consciente.&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; A economia solidária é uma prática regida pelos valores da autogestão, democracia participativa, cooperação, solidariedade e respeito à vida.&lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;     &lt;span style="padding-left: 10px;"&gt;&lt;img src="http://www.fubra.org.br/economiasolidaria/img/data.jpg" style="float: left; padding-right: 10px;" height="94" width="178" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="padding-left: 10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="titulo_painel"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="titulo_painel"&gt;Programação&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Manhã:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;   9h – Abertura&lt;br /&gt;   9h15 – Economia Solidária e o       Desenvolvimento Local&lt;br /&gt;   10h15 – Intervalo&lt;br /&gt;   10h30 - Resultados e Perspectivas do       Projeto Brasil Local&lt;br /&gt;   11h00 - Experiências do Projeto Brasil       Local&lt;br /&gt;   12h30 às 13h30 – Intervalo para o       almoço&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;      &lt;strong&gt;Tarde:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;   13h30 – Experiências do Projeto Brasil       Local (continuação)&lt;br /&gt;   14h30 - Economia Solidária como       estratégia de Desenvolvimento Local e       de Combate à Violência&lt;br /&gt;   15h30 – Economia Solidária e Economia       Feminista&lt;br /&gt;   16h30 – Intervalo&lt;br /&gt;   16h45 - Economia Solidária e       Etnodesenvolvimento&lt;br /&gt;   17h45 – Encerramento&lt;/p&gt;     &lt;p style="text-align: justify;"&gt;      Durante o evento haverá mostra       de produtos de empreendimentos acompanhados pelo Projeto Brasil Local.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fone: FUBRA&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-7768734745168540052?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/fundacao-universitaria-de-brasiliaunb.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-1418642531944378545</guid><pubDate>Mon, 22 Jun 2009 21:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-22T14:37:09.293-07:00</atom:updated><title>Consulta aos Fóruns Estaduais e Entidades Nacionais da Coordenação Nacional do FBES</title><description>&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="2" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Olá amigas e amigos dos Fóruns Locais de Economia Solidária, Entidades Nacionais e Rede de Gestores!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dando seguimento à agenda desencadeada na VIII Reunião da Coordenação Nacional, e a importantes consultas que precisamos fazer depois da última reunião do Conselho Nacional de Economia Solidária, enviamos esta carta-consulta. Para subsidiar esta consulta, iniciamos a carta com 2 seções que dão uma idéia e resgatam as atividades do FBES desde a última reunião da coordenação nacional (em dezembro de 2008), e também apresentam a agenda prevista de atividades para estes anos de 2009 e 2010.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estamos em um momento muito importante para o movimento de Economia Solidária no país, e por isso a posição política dos fóruns locais e entidades nacionais/gestores públicos em rede será a base que definirá a posição do FBES ante estas questões e estratégias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Qualquer dúvida ou esclarecimento podem ser sanados entrando-se em contato com as/os representantes da coordenação executiva de cada região e também com a secretaria executiva nacional.&lt;/p&gt; &lt;p class="leiamais"&gt; Carta-consulta aos Fóruns Estaduais e Entidades Nacionais: &lt;/p&gt;&lt;p class="leiamais"&gt;&lt;a href="http://www.fbes.org.br/?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=1064&amp;amp;Itemid=18"&gt;www.fbes.org.br/?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=1064&amp;amp;Itemid=18&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="leiamais"&gt;Proposta projeto de Lei da Economia Solidária:&lt;/p&gt;&lt;p class="leiamais"&gt; &lt;a href="http://www.fbes.org.br/?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=1065"&gt;www.fbes.org.br/?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=1065&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="leiamais"&gt;Exposição de Motivos da proposta de projeto de Lei da ES:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="leiamais"&gt;&lt;a href="http://www.fbes.org.br/?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=1066"&gt;www.fbes.org.br/?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=1066&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-1418642531944378545?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/consulta-aos-foruns-estaduais-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-2424110191544259243</guid><pubDate>Sat, 06 Jun 2009 02:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-05T19:45:52.626-07:00</atom:updated><title>Entrevista com Paul Singer no  boletim eletrônico mensal do Fórum DRS</title><description>&lt;span style="color: rgb(31, 73, 125);"&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;5&lt;span style="color: rgb(31, 73, 125);"&gt;4&lt;/span&gt;ª Edição Boletim Eletrônico Mensal do Fórum DRS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.iicaforumdrs.org.br/download/download.php?file=12442099374a292311157c1bol_jor_pp_xxx_xxx_05062009_forumdrs_edicao54.pdf"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/SinXHEek63I/AAAAAAAAB0Y/shC92SFsOpY/s400/forumdrs_edicao54.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344038949312850802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(31, 73, 125);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.iicaforumdrs.org.br/index.php?saction=conteudo&amp;amp;idMod=37"&gt;Clique na imagem para abrir&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-2424110191544259243?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/06/entrevista-com-paul-singer-no-boletim.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/SinXHEek63I/AAAAAAAAB0Y/shC92SFsOpY/s72-c/forumdrs_edicao54.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-1501117751562539035</guid><pubDate>Mon, 01 Jun 2009 00:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-31T17:58:18.927-07:00</atom:updated><title>Sistema facilitará a comunicação, a interação e a divulgação de práticas de Economia Solidária através da internet</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Certamente o dia 29 de maio foi um dia muito especial para todos/as aqueles/as que integram o Fórum Brasileiro de Economia Solidária: Fóruns de Economia Solidária, entidades de fomento, rede de gestores públicos, empreendimentos solidários, simpatizantes e militantes!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O CIRANDAS, nome do sistema FBES de integração do atores da economia solidária, foi lançado durante o IV Festival Software Livre da Bahia.&lt;/p&gt; &lt;img src="http://www.fbes.org.br/images/stories/Cartaz_lancamento_do_CIRANDAS.jpg" alt="Image" title="Image" align="left" border="0" height="460" hspace="6" width="356" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a noticia completa &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.fbes.org.br/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-1501117751562539035?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/05/sistema-facilitara-comunicacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-8226801655663501103</guid><pubDate>Thu, 28 May 2009 22:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-28T20:04:40.156-07:00</atom:updated><title>Fazendo a Feira!!!</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/Sh9Jt3cprAI/AAAAAAAAB0E/MU5yNp03M-c/s1600-h/Cartaz+Feira+Agroecologia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/Sh9Jt3cprAI/AAAAAAAAB0E/MU5yNp03M-c/s400/Cartaz+Feira+Agroecologia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341068735411760130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Proposto pela Comissão Estadual de Produção Orgânica, MAPA, DFDA/MDA, EMBRAPA, SEMAGRIC, BRASIL LOCAL, Fórum de Economia Solidária e outros parceiros, o evento acontecera no próximo sábado (30/05), na Praca das Caixas D'agua, Av. Carlos Gomes - Caiari, em Porto Velho/RO, encerrando a Semana do Alimento Orgânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo é sensibilizar o publico visitante para a importância da produção de alimentos livre dos agrotóxicos, do trabalho dos coletivos autogestionarios da Economia Solidária, do uso de tecnologias sociais, e, também, proporcionar um espaço de trocas de saberes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o dia, serão expostos e comercializados produtos do artesanato local, da agricultura familiar ecoprodutiva, alimentação regional, alem de flores tropicais, artes plásticas, apresentação de musica, teatro e poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vídeos para conscientização (no auditório da Casa de Cultura Ivan Marrocos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/Sh8O7kn-ZlI/AAAAAAAABz8/MBM3UfgUKyE/s1600-h/Cartaz+Feira.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-8226801655663501103?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/05/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wjQpV5BfCdE/Sh9Jt3cprAI/AAAAAAAAB0E/MU5yNp03M-c/s72-c/Cartaz+Feira+Agroecologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-830391662766976511</guid><pubDate>Wed, 27 May 2009 12:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-27T05:38:24.173-07:00</atom:updated><title>Livro faz balanço dos direitos humanos no país</title><description>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) lançou nesta terça-feira (26/05), no Palácio Itamaraty, em Brasília, o livro “Brasil Direitos Humanos – 2008: A realidade do país aos 60 anos da Declaração Universal”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro faz um balanço da realidade e dos programas para a promoção dos direitos fundamentais no Brasil por meio de artigos, entrevistas e reportagens.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Nas reportagens, o livro conta histórias reais de brasileiros e brasileiras nos mais diferentes rincões do Brasil. Perpassa as mais diversas searas relacionadas ao tema: do direito à alimentação ao direito à comunicação; do direito à igualdade racial ao direito à moradia; do direito à segurança pública ao direito à memória e à verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos artigos assina: Fábio Konder Comparato, José Gregori, Nilmário Miranda, Aída Monteiro e Erasto Fortes Mendonça, Carlos Lopes, Flávia Piovesan, Paulo Sérgio Pinheiro, Maria Victoria Benevides, Franklin Coelho, Dalmo de Abreu Dallari, Marcos Rolim e Antonio Carlos Gomes da Costa Miranda avaliam o passado e o presente dos direitos humanos no país e apontam perspectivas para o futuro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas entrevistas: Frei Dom Luís Flavio Cappio, Celso Amorim, Márcio Pochmann, Nilcéa Freire, Paul Singer, Clarice Herzog, Amelinha Teles, Venício Lima, Gilberto Gil, Márcio Meira e Marcos Rolim analisam o cenário em suas áreas de atuação e apresentam diferentes pontos de vista.  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold; font-family: verdana;" href="http://www.mndh.org.br/"&gt;Movimento Nacional dos Direitos Humanos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-830391662766976511?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/05/livro-faz-balanco-dos-direitos-humanos.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-5104811667053158947</guid><pubDate>Mon, 25 May 2009 12:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-25T05:39:23.335-07:00</atom:updated><title>Lançamento do Catálogo dos Empreendimentos Econômicos Solidários de Pernambuco</title><description>&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;O Catalogo é resultado de uma pesquisa da Profª. Dra. Ana Cristina Brito Arcoverde (Deptº Serviço Social)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt; da Universidade Federal do Pernambuco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Organizadores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Ana Arcoverde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Leandro Leal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Creusa Melo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Raquel dos Santos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;&lt;a href="http://www.jornaldomauss.org/periodico/wp-content/uploads/2009/05/capacata1.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-966" title="capacata1" src="http://www.jornaldomauss.org/periodico/wp-content/uploads/2009/05/capacata1.jpg" alt="capacata1" height="423" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;DATA:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; 29 DE MAIO DE 2009 (SEXTA)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;HORÁRIO:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; 10h às 12h&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;LOCAL:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; Anfiteatro do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFPE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;APRESENTAÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; Profª. Dra. Ana Cristina Brito Arcoverde (Deptº Serviço Social)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;DEBATEDOR:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; Prof. Dr. Tarcisio Patricio de Araújo (Deptº Ciências Econômicas)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;MAIORES INFORMAÇÕES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; 2126 8912 / &lt;a href="mailto:ana.arcoverde@gmail.com"&gt;ana.arcoverde@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;Fonte: &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.jornaldomauss.org/periodico/?p=965"&gt;JORNAL DO MAUSS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;&lt;a href="mailto:ana.arcoverde@gmail.com"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-5104811667053158947?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/05/lancamento-do-catalogo-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-3626671226048450010</guid><pubDate>Tue, 19 May 2009 23:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-19T16:23:08.927-07:00</atom:updated><title>Revista Forum divulga o processo de escolha do nome para o Sistema FBES</title><description>&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Informe veiculado em: [Segunda-Feira, 18 de Maio de 2009 às 15:42hs]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;===================&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Participe da votação para o nome do sistema do Fórum Brasileiro de Economia Solidária&lt;/span&gt; &lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Está aberto de 14 a 28 de maio o processo de votação para o nome do sistema FBES, a partir das várias sugestões recebidas até aqui. Dê o seu voto, divulgue nos seus contatos e redes! Basta ir para &lt;a href="http://www.fbes.org.br/"&gt;www.fbes.org.br&lt;/a&gt; e votar na coluna que fica à direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das mais de 45 propostas que chegaram, os organizadores realizaram uma seleção dos nomes que estão agora em votação. Os critérios de seleção foram: ter disponibilidade do domínio na internet (com finalização .net, .net.br, .org ou .org.br); não ter problemas de similaridade com nomes de outras iniciativas existentes (por exemplo a google); e ser nomes que são curtos o suficiente para poderem se transformar num endereço da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de votar, não se esqueça de ler o texto abaixo para "entrar no clima" e também olhar a versão de demonstração do sistema em &lt;a href="http://ecosol.noosfero.com.br/"&gt;http://ecosol.noosfero.com.br&lt;/a&gt;. O lançamento do sistema do FBES no dia 29 de maio deste ano, durante o III &lt;a href="http://festival.softwarelivre.org/"&gt;encontro nordestino de software livre&lt;/a&gt;, em Salvador(BA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Texto de inspiração&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O que é o sistema FBES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine ter um site só para o seu empreendimento solidário, uma lugar na internet para apresentar a história e o trabalho do seu grupo, ter uma vitrine de seus produtos ou serviços, fazer contatos e utilizar esse endereço virtual inclusive nos seus materiais de divulgação e cartão de visitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine um espaço que permita a articulação entre empreendimentos solidários, seja no território, tematicamente ou economicamente, por meio de redes e cadeias solidárias. Um lugar na web em que você fique sabendo de todos os eventos, documentos, grupos e pessoas relacionados a este território, tema ou setor econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine uma ferramenta que possibilte organizar compras coletivamente com outras pessoas, para adquirir produtos diretamente de empreendimentos solidários de todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine um instrumento que identifique empreendimentos solidários com potencial para fornecer matéria-prima para o seu grupo ou ser comprador de seus produtos ou serviços solidários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine um espaço onde você pode montar comunidades virtuais de interesses (do tipo do orkut, mas relacionados à economia solidária), ter amigos, arquivar seus documentos, ter seu álbum de fotos, organizar sua agenda de eventos e detectar eventos do seu interesse em todo o país, automaticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine ferramentas que possibilitem ao seu fórum estadual ou entidade localizar potencialidades de logística solidária entre empreendimentos, visualizando concentrações de oferta e demanda, e permitindo pensar na criação de novos empreendimentos solidários para fazer estas pontes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=7006"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;REVISTA FÓRUM &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-3626671226048450010?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/05/revista-forum-divulga-o-processo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2146883150465530776.post-493201955131591358</guid><pubDate>Tue, 19 May 2009 13:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-19T06:35:11.653-07:00</atom:updated><title>Economia Solidaria na Revista Cidade Nova</title><description>&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12;"  &gt;&lt;a send="true" href="http://www.cidadenova.org.br/RevistaCidadeNova/"&gt;&lt;img send="true" id="ctl00_uscLateralEsq_imgCapa" style="border-width: 0px;" alt="Capa do mês" src="http://www.cidadenova.org.br/Util/img/uplRevistaCidadenova/392.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a send="true" href="http://www.cidadenova.org.br/RevistaCidadeNova/"&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12;"  &gt;&lt;img send="true" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_rptIndiceRevista_ctl02_imgMateria" style="border-width: 0px; height: 170px; width: 202px;" src="http://www.cidadenova.org.br/Util/img/uplArtigos/3461.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12;"  &gt;&lt;a send="true" href="http://www.cidadenova.org.br/RevistaCidadeNova/"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;div class="conteinerImgCnNoticia"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12;"  &gt;&lt;br /&gt;Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da terra".&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12;"  &gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12;"  &gt;(Provérbio africano)&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman','serif';font-size:12;"  &gt;Fonte: &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.cidadenova.org.br/RevistaCidadeNova/ArtigoDetalhe.aspx?id=3461"&gt;REVISTA CIDADE NOVA&lt;/a&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Em 1999, o número de trabalhadores brasileiros envolvidos com empreendimentos solidários não chegava a 100 mil. No final de 2007, quase 1,7 milhão de pessoas atuavam nos 21.859 empreendimentos de todo o país cadastrados no Sistema Nacional de Informações da Economia Solidária (SIES). Desprezados pela maioria dos estudiosos de economia e ignorados pelo mercado, esses empreendimentos têm se mostrado uma alternativa¬ eficaz para a inserção sócio-econômica da população excluída do trabalho formal. Mais que isso, em todo o mundo a Economia Solidária aponta caminhos para a construção de novas estruturas econômicas e novas relações de trabalho.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;No Brasil, os empreendimentos econômicos de caráter solidário começaram a florescer no início dos anos 80, muitos deles incentivados pelas pastorais sociais da Igreja Católica (veja quadro). No início da década atual, algumas iniciativas, antes isoladas e fragmentadas, passaram a se organizar em redes ou pequenas cadeias produtivas, impulsionando novos empreendimentos. Durante o primeiro Fórum Social Mundial, em 2001, nasceu o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), que passou a afirmar, junto à sociedade e aos vários níveis de governo, a importância desse tipo de organização sócio-econômica.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;O avanço dessas articulações culminou com a criação, em 2003, da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes). Comandada pelo economista Paul Singer, a Senaes passou a ter um papel fundamental na formulação de políticas públicas e no fomento aos empreendimentos solidários.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente, em 2006, foi constituído o Conselho Nacional de Economia Solidária (CNES). Naquele mesmo ano aconteceu a Primeira Conferência Nacional da Economia Solidária, reunindo representantes de todos os Estados. "A organização e a conquista de um espaço na agenda dos governos foram fundamentais para o reconhecimento, por parte da sociedade, da importância dessa forma de organização do trabalho", afirma o sociólogo André Ricardo Souza, pesquisador da PUC-SP e presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores de Economia Solidária (Abpes).&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt; &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;RESISTÊNCIA À EXCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Um dos fatores que está na raiz da criação e do desenvolvimento dos empreendimentos solidários é, sem dúvida, a resistência ao processo de desemprego e exclusão social na cidade e no campo. Se num primeiro momento, a necessidade de sobrevivência incentiva muita gente a trabalhar em atividades informais, a cooperação e a associação logo aparecem como uma opção que permite criar alternativas mais sólidas de trabalho e garantir melhoria de renda aos participantes. "Apesar das dificuldades, o movimento da Economia Solidária vem crescendo e se consolidando, com resultados significativos nas áreas de geração de trabalho e de renda, além do fortalecimento da cidadania e do desenvolvimento local", diz a professora e pesquisadora da Universidade de Maringá (PR), Maria Nezilda Culti. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Embora a Economia Solidária envolva também gestores públicos comprometidos com essa causa e entidades de apoio e fomento, os principais protagonistas são os empreendimentos solidários. E são os mais variados possíveis: cooperativas populares de consumo, de comercializaçã&lt;wbr&gt;o e de crédito solidário na cidade e no campo; empresas de autogestão; associações de agricultores familiares; fundos solidários de crédito; clubes de trocas solidárias; cadeias de comercializaçã&lt;wbr&gt;o e lojas de comércio justo; entre outras. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Os empreendimentos solidários se baseiam na organização coletiva do trabalho, na cooperação e na solidariedade. E, claro, têm caráter de atividade econômica suprafamiliar. "Outras características desse modelo de empresa são a propriedade dos meios de produção - os trabalhadores são os sócios do negócio - e autogestão", lembra Ricardo Souza. Isso significa que o processo decisório também é democrático - o que, às vezes, gera dificuldades, justamente pela menor agilidade em relação a outras empresas onde as decisões são tomadas por poucas pessoas.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt; &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;SOLUÇÕES LOCAIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Berço do cooperativismo brasileiro, e por essa razão com uma forte cultura de associativismo, a região Sul é onde há um maior nível de organização da Economia Solidária. Porém, o maior número de empreendimentos está no Nordeste, especialmente atividades ligadas à agropecuária e que, em muitos casos, representam a única alternativa de renda para comunidades inteiras. Um exemplo desse tipo de iniciativa vem da Associação em Áreas de Assentamento¬ no Estado (Assema), liderada por trabalhadores rurais e quebradeiras de coco babaçu que promove o desenvolvimento sustentável na região central do Maranhão. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Desde 2002, o Banco Solidário da Mulher financia, exclusivamente, as mulheres quebradeiras de coco babaçu, produto tradicional da região de transição para a Floresta Amazônica, do Piauí ao Pará. A iniciativa promove a produção familiar, com o uso sustentável dos babaçuais e desde o ano passado conta com o apoio do governo federal e do Banco¬ do Nordeste do Brasil (BNB). Os 12 projetos aprovados a partir do convênio entre a Senaes e o BNB envolvem vários empreendimentos de agricultura orgânica, piscicultura, bovinocultura, avicultura, suinocultura e caprinocultura nos seis municípios onde a Assema atua.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Como no caso das quebradeiras de coco, os quase 22 mil empreendimentos solidários brasileiros buscam criar focos locais de desenvolvimento sustentável ou, então, desenvolver redes de comercializaçã&lt;wbr&gt;o que possam sustentar as atividades de produção. Alguns exemplos bastante conhecidos são o Projeto Esperança, no Rio Grande do Sul (veja quadro), e o projeto Harmonia Catende, em Pernambuco. Catende é um caso de empreendimento de grande porte sob a gerência dos próprios trabalhadores desde o início dos anos 1990, depois que os mais de 2,5 mil empregados conseguiram impedir, na Justiça, o fechamento da usina de açúcar, como queriam os antigos proprietários. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Entre as cadeias produtivas que trabalham dentro dos princípios da Economia Solidária estão a Rede Bode (BA), Rede Marcas (MG), Justa Trama (rede de produção de algodão ecológico que reúne empreendimentos de cinco Estados) e a Rede Abelha (que reúne empreendimentos de apicultura em vários municípios do Nordeste).&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;br /&gt;Se o balanço geral mostra um enorme avanço quantitativo é também verdade que a Economia Solidária ainda enfrenta inúmeros desafios. No conjunto, predominam os pequenos ou microempreendimento&lt;wbr&gt;s, muitos deles com precárias condições de geração de renda.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;De acordo com o Atlas da Economia Solidária no Brasil, em 2007, 36% dos empreendimentos solidários ainda eram informais, enquanto apenas 9% das cooperativas estavam formalizadas. Quanto à geração de renda, apenas 31% propiciavam uma renda inferior a um salário mínimo - outros 16% não estavam conseguindo sequer remunerar seus membros. Na outra ponta, só 5,9% dos empreendimentos conseguiam gerar renda acima de dois salários-mínimos por sócio.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Como muitos desses empreendimentos são informais ou têm baixo grau de formalização - além de não possuírem garantias patrimoniais -, eles não conseguem obter crédito para financiar a atividade. E se não podem fazer o negócio crescer, a renda gerada para os associados também não aumenta. Outro problema apontado por 61% dos empreendimentos é a dificuldade de comercializaçã&lt;wbr&gt;o dos produtos ou serviços. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;"Falta ao Estado brasileiro um olhar mais cuidadoso e o estabelecimento de políticas públicas mais efetivas para esses empreendimentos solidários, que têm grande potencial para gerar emprego e renda", analisa André Ricardo de Souza. Segundo ele, com esses empreendimentos acontece o mesmo que no caso do emprego individual. Ou seja, as políticas públicas dão garantias para o trabalhador formal, enquanto o informal fica sem nenhum apoio quando perde o trabalho em um momento de crise. Da mesma forma, as medidas governamentais não chegam até esses pequenos empreendimentos - e a situação torna-se ainda pior em períodos de crise econômica como a atual. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;De acordo com a professora Maria Nezilda, a criação de um marco legal próprio, inclusive com melhores condições tributárias e fiscais, seria um passo fundamental para consolidar os empreendimentos de Economia Solidária. Ela cita como exemplo, a Lei do Super Simples, sancionada pelo presidente Lula no ano passado, que simplificou e unificou os impostos federais, estaduais e municipais cobrados das pequenas e microempresas - o que reduziu a tributação sobre elas. No entanto, até agora não se permitiu a inclusão das atividades de Economia Solidária nesse regime diferenciado de tributação.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Para a pesquisadora, a atual crise econômica - que evidenciou os limites intrínsecos de um modelo econômico baseado na concentração exacerbada da riqueza nas mãos de poucos - deveria servir para um despertar da sociedade sobre a importância dos empreendimentos solidários. "Afinal, os princípios de cooperação e distribuição equitativa da riqueza e da renda são mais condizentes com um modelo de sociedade menos individualista e mais justo", finaliza Maria Nezilda.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt; &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;A ECONOMIA SOLIDÁRIA NO BRASIL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;1,7 milhão de pessoas envolvidas;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;21.859 empreendimentos cadastrados, 49% deles criados entre 2001 e 2007;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;48% atuam no meio rural, 35% nas áreas urbanas e os demais atuam nas duas áreas;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;55% dos empreendimentos atuam no cultivo agrícola ou criação de animais;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;14,5% são do setor de produtos têxteis, artigos para o vestuário e artefatos de couro;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;52% dos empreendimentos são associações;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;br /&gt;36% constituem grupos informais;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;br /&gt;9,7% são cooperativas formais;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;59,8% dos empreendimentos têm faturamento mensal inferior a R$ 5 mil;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;br /&gt;4,8% faturam mais de R$ 100 mil por mês;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;5,9% conseguem propiciar aos associados rendimentos acima de 2 salários-mínimos por mês;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;br /&gt;31% dos empreendimentos geram renda mensal inferior a um salário-mínimo para cada associado;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;61% dos empreendimentos encontram dificuldade para comercializar o que produzem;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;       &lt;i&gt;Fonte: Atlas da Economia Solidária no Brasil. Senaes/MTE. Dados relativos ao ano de 2007.&lt;/i&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt; &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;POBREZA, RIQUEZA E ESPERANÇA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt; &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;br /&gt;A ideia de criar atividades econômicas comunitárias ou autogestionadas remonta ao início do século XX, com os embates dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. As sementes do que hoje se chama de Economia Popular Solidária começaram a ser plantadas quando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou, em 1981, os Fundos Solidários, que tinham por objetivo incentivar a criação de Projetos Alternativos Comunitários (PACs) voltados para o desenvolvimento local.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Uma personalidade que teve papel fundamental no desenvolvimento dos PACs e, posteriormente, de todo o movimento da Economia Solidária no Brasil foi o então presidente da CNBB, o bispo dom Ivo Lorscheiter, falecido há dois anos. "Dom Ivo foi sempre um grande incentivador de todas as ações voltadas para a construção de alternativas econômicas baseadas na cooperação e na solidariedade"&lt;wbr&gt;, lembra a coordenadora do Projeto Esperança, Lourdes  Dill. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;O próprio Projeto Esperança, uma das iniciativas solidárias mais importantes do Rio Grande do Sul, tem uma história curiosa. Naqueles primeiros anos da década de 80, em Santa Maria (onde dom Ivo era bispo), um grupo, formado por estudantes, professores universitários, sacerdotes, religiosos e especialistas em agricultura, começou a estudar o livro "A Pobreza, Riqueza dos Povos", do africano Albert Tévoèdjeré, publicado pela Editora Cidade Nova. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Os seminários e jornadas de debates sobre o livro concluíram que a transformação da realidade social viria pela força da solidariedade e pela valorização das pequenas coisas. Baseado nessas reflexões, dom Ivo lançou, em 1984, um desafio à Cáritas do Rio Grande do Sul: buscar, por meio de projetos alternativos, soluções para os problemas sociais da época, como o desemprego, o êxodo rural, a fome, a miséria e a exclusão social.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Em pouco tempo, começaram a nascer na região, várias iniciativas de primeiras associações e grupos comunitários que depois desembocaram no Projeto Esperança e na Cooperativa Mista dos Pequenos Produtores Rurais e Urbanos vinculados ao projeto. Hoje, são mais de 250 empreendimentos solidários distribuídos em 30 municípios da região central do Rio Grande do Sul. As iniciativas beneficiam diretamente cerca de 5.000 famílias - os beneficiados indiretamente, incluindo os consumidores, chegam a 22.000.&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;br /&gt;A Economia Solidária é, hoje, um dos quatro pontos prioritários do Fórum das Pastorais Sociais da Igreja Católica. E o tema da Campanha Ecumênica da Fraternidade de 2010 será Economia e Fraternidade. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;       &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="body_461_r"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span bg text="#000000" style="color:#ffffff;"&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2146883150465530776-493201955131591358?l=brasillocalrondonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://brasillocalrondonia.blogspot.com/2009/05/economia-solidaria-na-revista-cidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Brasil Local)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>