sexta-feira, 8 de março de 2013

Mulheres na Economia Criativa e Solidaria


Mulheres na Economia Criativa e Solidaria

Hoje e amanhã acontece uma ação integrada entre várias organizações para a comemoração ao Dia da Mulher. Pela manhã tem atividade e atendimentos no INCRA. A partir das 17h ocorrerá na Praça e Galpão da Estrada de Ferro Madeira Mamore.

Mulheres na Economia Criativa e Solidaria, busca divulgar e fomentar o trabalho da mulher empreendedora, e homengear com Shows de Artistas Regionais, Performances Artísticas, Workshops, Feira de Trocas, Oficinas, Palestras, Debates e Rodas de Conversa.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Feira do Sol inaugura novo espaço na Madeira Mamoré




A atual Feira do Sol Economia Solidária, em Porto Velho/RO, é fruto de uma organização de artesãs, iniciada em 2006, com o apoio do Projeto de Promoção do Desenvolvimento Local e Economia Solidária (Brasil Local) e da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres/PVH/RO. De lá para cá muitos aprendizados, dentre eles o alcance da autonomia da equipe de comercialização, uma melhor compreensão da perspectiva de rede de cooperação e a conquista de novos espaços.

A ação, recentemente intitulada Feira do Sol, conta com uma organização própria e articula-se com vários parceiros, entre eles a SECEL/RO, a Fundação Cultura de Porto Velho, através da Presidente Jória que acolheu as demandas dos/as artesãos/as e concedeu a utilização do espaço interno do Galpão II do Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e SEMDESTUR.

Entre os argumentos da equipe de coordenação, embora já contassem com um local externo concedido anteriormente, não havia o favorecimento e segurança aos artesãos e produtos, especialmente nos períodos de chuva. A mudança para o Galpão II era necessária e urgente, explica Marlene Marques.

Também Glória Ambrósio, artesã que expõe na Feira desde o início, afirma que o objetivo sempre foi levar a exposição para dentro do galpão,"...além de ser um lugar fechado, que nos abrigará do sol e da chuva, ainda oferecerá mais segurança e conforto aos visitantes".

Em clima de muita alegria e com a participação de vários setores artísticos, a cerimônia de inauguração ocorreu neste sábado (16/02), a partir das 9h, no novo espaço de solidariedade. A artesã Arlete, neta de ferroviário, teve a oportunidade de recitar emocionada, um poema de sua autoria que expressava a sua relação com o local.

Com este novo ambiente, os visitantes também poderão conferir novas programações, como: shows musicais, intervenções teatrais, dança e outras.

Texto: Andréa Mendes

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ofertas e demandas para a Feira de Trocas Solidárias


Assim poderemos divulgar ofertas e demandas antes do dia do evento 27/10.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Cadastre-se para Feira de Trocas Solidárias




Cadastre-se para Trocas Solidárias na Barra Lateral até o dia 26/10.

domingo, 21 de outubro de 2012

Inaugurado o primeiro Banco Comunitário de Rondônia "Pérola do Mamoré"


As atividades iniciaram no dia 19/10 com a capacitação de comunitários e gestores/as de finanças solidárias no Auditório da Câmara de Vereadores, seguida de inauguração do Banco Pérola do Mamoré (20/10)  que está situado no Bairro Serraria, em Guajará-Mirim.

A inauguração contou com a participação da comunidade, Atalibio Pegorini (atual Prefeito), Ana Nete Dantas (Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social), Dúlcio Mendes (futuro Prefeito) e sua Vice Cleide Zeed, Edjales Brito (Agente do Projeto Brasil Local), Marivaldo Vale (Instituto Capital Social da Amazônia), Marcos Nobre e Rafael Altomar (parceiros pelo Coletivo Fora do Eixo Rondônia), João Elói (UNIR), outras autoridades e parceiros.

A ação de implantação do Banco Comunitário foi desenvolvida em parceria com a União Municipal das Associações de Moradores e comunitários/as do Bairro Serraria, através de um diálogo iniciado em novembro/2011 e que culmina neste ato de inauguração.

A perspectiva dos bancos comunitários é focada no desenvolvimento local, autogestão, cooperação, solidariedade, democracia, reconhecimento e valorização das potencialidades comunitárias de base sustentável, geração de renda e melhoria das condições de vida de produtores/as, moradores/as entre outros.

O Banco Comunitário deu mais um passo, mas ainda conta com alguns desafios, os quais a comunidade pensa estratégias para superá-los. A parceria com a gestão pública local, reconhecendo e valorizando esta iniciativa é fundamental para a sua continuidade.

O uso da moeda social Pérola permitirá que o consumo se restrinja aos comércios e empreendimentos solidários da localidade, o que estimula o desenvolvimento destes e facilita com que estabeleçam relações comerciais em pequenos circuitos, também estabeleçam relações de amizade e parcerias entre moradores/as, comerciantes, produtores/as.

Além da moeda social, o Banco Comunitário permite outros serviços de microfinanças, correspondentes bancários etc. O mais importante é o beneficio que poderá propiciar em nível local.

Parabéns Guajará-Mirim pelo desenvolvimento desta ferramenta e tecnologia social da Economia Solidária!

Por Projeto Brasil Local Rondônia

sábado, 20 de outubro de 2012

Participem!!! Trocas Solidárias em Porto Velho!!!


Inscrições a partir de 22/10 até 26/10/2012, via http://brasillocalrondonia.blogspot.com.br/

Por: Projeto Brasil Local Rondônia

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Guajará-Mirim vai inaugurar o primeiro Banco Comunitário de Rondônia


A União Municipal de Associações de Moradores de Guajará-Mirim em parceria com o Instituto Capital Social da Amazônia, Projeto Brasil Local, Prefeitura de Guajará-Mirim e Governo Federal, inaugura no próximo dia 20/10/2012, o primeiro Banco Comunitário de Rondônia Pérola do Mamoré, no Bairro Serraria. 

Esta parceria se consolidou através do Projeto Bancos Comunitários na Amazônia e Projeto de Desenvolvimento Local e Economia Solidária Região Norte II - Brasil Local.

Promover o desenvolvimento econômico e social das comunidades assistidas com o fomento às finanças solidárias através da difusão da metodologia de organização de bancos comunitários a partir dos princípios da economia solidária e fomentar a organização de empreendimentos econômicos solidários com foco no desenvolvimento local solidário são os principais objetivos das ações. 

Os Bancos Comunitários de Desenvolvimento são serviços financeiros solidários em rede, de natureza associativa e comunitária, voltador para a geração de trabalho e renda, na perspectiva de reorganizar as economias locais, tendo por base os princípios da Economia Solidária.

Por: Projeto Brasil Local Rondônia



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Fórum Rondoniense de Economia Solidária realizou sua IV Plenária Estadual em Porto Velho



O Fórum Rondoniense de Economia Solidária realiza sua IV Plenária Estadual no período de 9 a 11/10/2012, no Rondon Palace Hotel em Porto Velho/RO. 

Esta IV Plenária Estadual, traz como tema  “Economia Solidária: bem viver, cooperação e autogestão para um desenvolvimento justo e sustentável”, trazendo debates e orietações de 5 Plenárias Locais realizadas entre maio e setembro/2012, vislumbrando também a contribuição do movimento rondoniense de economia solidária rumo a V Plenária Nacional do FBES, a ser realizada em dezembro/2012.

Foram cerca de 70 participantes entre representantes oriundos das plenárias locais e convidados/as de 11 municípios do Estado, que debateram ações prioritárias para o Plano de Ação 2012 - 2015 do FRES, orientações políticas e organicidade do movimento de economia em Rondônia.

A ação contou com a parceria da Secretaria de Estado de Ação Social e de organizações da sociedade civil do próprio FRES, parcerias nos municípios sedes das Plenárias Locais, que desenvolvem o movimento de economia solidária em nível local, estadual, nacional e internacional.

O Fórum Estadual de Economia Solidária, assim como o Fórum Brasileiro é instrumento do movimento de economia solidária, que é constituído pelos segmentos de Empreendimentos Solidários, Entidades de Assessoria e Fomento e Gestores de Políticas Públicas para Economia Solidária em Rede.


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Reunião de Planejamento do Brasil Local em Ji-Paraná/RO






O Projeto Brasil Local Norte II realiza reunião de planejamento da 3ª Etapa de Execução das ações no Estado de Rondônia. 

A reunião ocorreu no dia 13/08, na Diocese de Ji-Paraná e contou com a presença dos Agentes de Desenvolvimento Local e Economia Solidária dos municípios de Ouro Preto do Oeste, São Miguel do Guaporé, Costa Marques, Cacoal, Ji-Paraná, da Coordenadora Estadual do Projeto, Andréa Mendes, além dos parceiros convidados: Projeto Padre Ezequiel, IEPAGRO, ITES/UNIR, ARSAPAM.

Como pauta, priorizou-se garantir o nivelamento de informações das metas do Projeto,  bem como nos temas e estratégias da Economia Solidária, tendo em vista as novas contratações ocorridas.

Além do nivelamento das informações, foi estruturado o plano de ação em torno das respectivas metas e estabelecido o diálogo com cada agente considerando as experiências de articulação local que já desenvolvem nos municípios.

                                           
Foto: Brasil Local Rondônia

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Mulheres Produtoras de Porto Velho participam de Oficinas de Capacitação em Gênero e Economia Solidária

Nos meses de Julho e Agosto mulheres produtoras da regional de Jaci-Paraná e União Bandeirantes, Porto Velho e Baixo Madeira, receberam formação nas temáticas de Gênero e Economia Solidária.

O Projeto é desenvolvido pela Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres e SPM desde 2011, em parceria com o Brasil Local em Porto Velho/RO.

A primeira etapa realizada entre dezembro de 2011 e março de 2012, acolheu os diagnósticos socieconômicos de cerca de 20 grupos produtivos protagonizados por mulheres.

A segunda etapa pretende qualificar as informações na perspectiva de apoiar a constituição de uma rede de mulheres produtoras.


A terceira etapa do Projeto, pretende articular a Rede de Mulheres Produtoras através de um Seminário Municipal.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

V Encontro Latinoamericano de Economia Solidária e Comércio Justo 2012

Encerrou no dia 13 de junho, no Rio de Janeiro, o V Encontro Latino-Americano e Caribenho de Economia Solidária e Comércio Justo, organizado pelo Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social e Solidária (Ripess), pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e Instituto Marista de Solidariedade, dentre outros parceiros. O evento reuniu 260 representantes de empreendimentos econômicos solidários de países da América Central, América do Sul e Caribe.
O objetivo do encontro tem por prioridade o fortalecimento das redes de economia solidária e comércio justo, por meio do diálogo de experiências e novas práticas econômicas solidárias que visam à convergência a favor da justiça social e ambiental e da democracia participativa.
O Encontro foi realizado às vésperas do início da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20 e Cúpula dos Povos por Justiça Social.
Os participantes elaboraram a Carta do V Encontro à Rio +20, reafirmando, mais uma vez, a economia solidária como modelo de inclusão produtiva, social, econômica respeitando a sustentabilidade do planeta.
Patrocinadores:
Vídeo do V Encontro:

sábado, 2 de junho de 2012

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA ITASA/PROJETO BRASIL LOCAL Nº 001/2012 – SELEÇÃO DE CANDIDATOS (AS) A COORDENADOR (A) ESTADUAL DO ACRE, AMAZONAS, RONDONIA E RORAIMA E AGENTES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA (ADS).


O Instituto de Tecnologia Para o Agro Negócio e Meio Ambiente Selva Amazônica, entidade privada sem fins lucrativos, que desenvolve serviços de consultorias e pesquisas em agro negocio, meio ambiente, agricultura familiar e fornece suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e avaliação de políticas e programas de desenvolvimento, CONVIDA os interessados a apresentarem currículos nos termos aqui estabelecidos, para seleção de candidatos a Coordenador (a) Estadual do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima e vagas Agentes Multiplicadores de Economia Solidária. Estes desempenharão as respectivas funções na operacionalização do Projeto Brasil Local na Região Norte II, nos Estado do Amazonas, Rondônia, Acre e Roraima.


1. OBJETO


Esta chamada tem por objetivo selecionar interessados para a função de:

Coordenador (a) Estadual do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima e Agentes de Desenvolvimento Solidário (ADS) no período de 04 meses (agentes) e 04 meses Coordenador (a) que atendam aos requisitos deste constante no REGULAMENTO DESTA CHAMADA.


2. PERFIL


Constitui perfil exigido aos Agentes de Desenvolvimento Solidário:

a) pertencer à comunidade e/ou segmento com o qual estará desenvolvendo as atividades do projeto, de acordo com o estabelecido em cada modalidade;
b) ter capacidade de relacionamento e articulação com diversos segmentos sociais (associações locais, órgãos públicos, ONGs, universidades, etc.);
c) não estar desempenhando mandato institucional, nem ser servidor público de qualquer ordem;
d) Nível médio;
e) ter redação própria e capacidade para elaboração de relatórios sistematizados das atividades desenvolvidas.
f) Não ter vinculo de parentesco de grau algum com qualquer parte da Administração ou Coordenação do Projeto Brasil Local Região Norte II.



Constitui perfil exigido ao Coordenador (a):

a) pertencer à comunidade e/ou segmento com o qual estará desenvolvendo as
atividades do projeto, de acordo com o estabelecido em cada modalidade;

b) ter capacidade de relacionamento e articulação com diversos segmentos sociais
(associações locais, órgãos públicos federais, estaduais e municipais, ONGs, 
universidades, etc.);

c) não estar desempenhando mandato institucional, nem ser servidor público de
qualquer ordem;

d) nível médio, técnico ou superior em áreas afins do projeto (recomendável);
e) ter redação própria e capacidade para elaboração de relatórios de atividades;
f) ter disponibilidade de trabalhar no projeto de forma integral;
g) ter disponibilidade para viagens;
h) domínio em informática;

Vagas para Agentes de Desenvolvimento Solidário (ADS)


REGIÃO NORTE 2

ESTADO                  Cidade                   Número de Agentes

ACRE                     Assis Brasil                                 1
                               Brasiléia                                     1
                            Epitaciolândia                                1
                         Plácido de Castro                             1
                             Rio Branco                                   5
                                Xapuri                                       1
AMAZONAS            Apuí                                         1
                               Autazes                                       1
                               Manaus                                       2
                               Parintins                                      1
RONDÔNIA            Cacoal                                       1
                            Costa Marques                               1
                            Guajará-Mirim                                1
                                Ji-Paraná                                    1
                        Ouro Preto do Oeste                          1
                              Porto Velho                                  3
                      São Miguel do Guaporé                        1
RORAIMA             Caracaraí                                     1
                                 Iracema                                     1
                                Boa Vista                                   1

TOTAL DE VAGAS PARA AGENTES                 29

Vagas: Coordenadores (as) dos Estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima.


REGIÃO NORTE 2


ESTADO                          Cidade                    Número de Agentes

ACRE,                           Rio Branco                           1
AMAZONAS,                 Manaus                              1
RONDONIA E              Porto Velho                         1
RORAIMA.                     Boa Vista                           1
                                                           
                                           Total                              4

3. VAGAS E DURAÇÃO


Serão concedidas nesta Chamada 29 vagas (Vinte e Nove) vagas para agentes, com
duração prevista de 04 (Quatro) meses e 04 (quatro) vagas para Coordenadores 
Estaduais do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima com duração prevista de 04 
(Quatro) meses.


4. DA SELEÇÃO DOS AGENTES

Os Agentes de Desenvolvimento Solidário que atuarão no projeto aprovados deverão ser selecionados junto às comunidades e empreendimento da Economia Solidária de acordo com o município descriminado neste edital. Esta seleção deve ser realizada considerando o seguinte:

a) Realização de pelo menos 1 ( uma ) reunião com o empreendimento ou comunidade a ser beneficiada para apresentação do Projeto e das exigências para os candidatos a agentes ou;
b) Entrevista com o candidato, a partir dos nomes apresentados, a ser realizado por uma comissão constituída pela instituição responsável pelo projeto, podendo envolver pessoas que não façam parte da instituição.

5. REQUISITOS DOS CANDIDATOS

Os candidatos aprovado no que trata esta chamada será investido no cargo se atender às seguintes exigências:

a) Ser brasileiro (a) nato ou naturalizado;
b) Comprovar a condição de igualdade e gozo dos direitos políticos na forma da lei;
c) Ter idade mínima de 18 (dezoito) anos completos;
d) Que tenham disponibilidade para atuação presencial nas unidades municipais
nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima;

e) Que seja dos movimentos de economia solidária ou indicado em assembléia

geral em núcleos de economia solidária locais;
f) Que cumpra o perfil exigido deste edital.

6. APRESENTAÇÃO E ENVIO DAS CANDATURAS:

A solicitação deve ser apresentada, pelo candidato, mediante o cadastramento de seus dados no ITASA – Instituto de Tecnologia Para o Agro Negocio e Meio Ambiente Selva Amazônica, mediante a apresentação de currículo acompanhado de documentos pessoais. Quando indicado, o dirigente do empreendimento ou fórum devera fornecer copia da ata da assembléia que fez a indicação.

Documentos exigidos:

1. RG
2. CPF
3. Comprovante de residência
4. PIS
5. Comprovante de escolaridade
6. Carta de indicação do fórum
local de ECOSOL


Observação:

O fato de ser indicado não dá a certeza da contratação.

7. CRONOGRAMA EVENTOS / DATAS

Inicio do envio dos currículos para as vagas: 01 de junho de 2012
Data limite para submissão dos envios dos currículos: ate 10 de junho de 2012
Divulgação dos resultados: dia 15 de junho de 2012
Inicio dos trabalhos será a partir do dia 18 de junho de 2012.

8. DOS ESCLARECIMENTOS E ENVIO DAS CANDIDATURAS:

Os esclarecimentos, informações e candidaturas acerca do conteúdo desta chamada
poderão ser obtidos pelo telefone ( 92 ) 3308-4772 , no e-mail: 
projeto_brasillocal@hotmail.com ou no escritório do ITASA localizado na AV: 
Getúlio Vargas nº 1169 Edifício Neves Lobo 2º Andar Sala 204 centro CEP : 
69020-011 Município de Manaus – AM


9. CLÁUSULAS DE RESERVA

O ITASA reserva-se ao direito de resolver os casos omissos e as situações não
previstas na presente chamada.




Manaus, 30 de junho 2012.

Daniel da Silva Antunes.
Diretor Presidente - ITASA


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Economia Solidária reúne produtores em Porto Velho para discutir a regulamentação de Lei Municipal



O Fórum Municipal de Economia Solidária de Porto Velho/RO, promove reunião para discutir a Lei nº 1.628/2005 nesta terça-feira (17/01), na Sala Guaporé do Centro de Formação dos Profissionais da Educação. Artesãos/as de: Biojóias, Tecelagem, Madeira, Reciclagem, representantes de associação de catadores e cooperativa, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Secretaria Estadual de Cultura Esporte e Lazer, Incubadora ITES/UNIR, Projeto Brasil Local, Associação Kanindé e Secretaria Municipal de Meio Ambiente dialogando sobre a Economia Solidária e a Política Municipal de Fomento ao setor.

Identificou-se que a Lei 1628/2005 apesar de aprovada e de possuir termos de auto-regulamentação, ainda precisa de uma melhor incorporação dentro da estrutura da gestão pública municipal, no sentido de garantir o que está previsto e a perspectiva real de fomento à economia solidária.

Uma preocupação recorrente dos/as produtores/as é que atualmente encontra-se em processo de aprovação, junto ao MTE, uma proposta de fomento a rede municipal de economia solidária. A realização das ações deste projeto, podem depender da efetividade do instrumento legislativo, além do que já existe um público alvo para a ação da proposta. "Não queremos empresários, por exemplo, sendo beneficiados por este projeto em detrimentos dos grupos que fazem parte da rede", afirma um dos produtores.


O que se quer, segundo representantes do Fórum Municipal é a construção de propostas para uma atuação coletiva e que a Lei fique mais clara e executável.


"No último período, os artesãos e catadores começaram a enfrentar problemas quanto a utilização dos espaços públicos, equipamentos e maquinários, por exemplo, além de encontrar dificuldades na produção e comercialização coletiva, apesar do processo de organização já iniciado. A Prefeitura também está disposta a sanar as dificuldade", comenta Fábio Macedo.

O Fórum Municipal frisa que a Coordenadoria de Postura e a Procuradoria Geral do Município foram convidadas e não compareceram ao evento.

Andréa Mendes/FBES, exemplifica a respeito de experiências desenvolvidas em relação a regulamentação de Leis de outros estados. Afirma que em “Porto Velho já existe um trabalho com Economia Solidária há mais de seis anos. A Prefeitura de Porto Velho, através da SEMDESTUR e Coordenadoria de Mulheres, vem realizando atividades que buscam melhorar as condições de trabalho de produtores/as, mas apesar disto surgem barreiras por falta da regulamentação e implementação da Lei Municipal aprovada pela Câmara de Vereadores, desde 2005. Atualmente trabalha-se por uma articulação que exerça maior pressão sobre este processo, no sentido de se melhorar o apoio a Economia Solidária, e considerando que já se passaram cinco anos. Há necessidade de definir esta regulamentação e buscar reorientação quanto aos artigos e parágrafos que ficaram obsoletos ou não se encaixam na proposta atual da Economia Solidária". Afirma ainda, que "a busca do marco regulatório para Economia Solidária não é uma ação só deste município. Existe uma grande demanda de outros Estados e Municípios. A nível nacional, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária pretende que o Congresso Brasileiro venha a aprovar a Lei Geral da Economia Solidária, construída pelo movimento ao longo de 3 anos e cuja Lei Municipal de Porto Velho contribuiu em sua estruturação".  

Ricardo Luiz Menezes, membro da Feria Municipal de Economia Solidária, esteve presente à atividade. Afirma trabalhar há 40 anos como artesão e prevê maior apoio com a efetividade da Lei Municipal: “Estamos buscando melhorias e acredito que teremos um auxílio maior depois desta regulamentação”.

Geraldo Gonzaga de Lima, catador de materiais recicláveis, pela ASPROVEL, há oito anos, diz que a Lei será um amparo:“Ela dará maior visibilidade, pois ajudará a reconhecer o trabalhador de economia solidária”.

Mara Regina Araújo, Coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres, presente na reunião, afirma que esta Coordenadoria tem entre seus eixos o trabalho com a Economia Solidária através da estratégia de autonomia para mulheres e em parceria com a Semdestur vem desde a primeira cooperativa só de mulheres do município, a Uniartes,  isso falando na perspectiva de atuação da gestão pública municipal, e que graças a economia solidária mulheres tem renda garantida, através de exposição em praças e no Shopping Popular. Também divulga o Festejo que ocorre em uma comunidade ribeirinha: “Nesta quinta-feira estaremos na comunidade de São Sebastião, do outro lado do Rio Madeira, vendendo e mostrando o artesanato das mulheres”.

notícia relacionadaprefeitura de porto velho
fotos: assessoria de imprensa da PMPV/RO

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Comemoração do Dia Nacional da Economia Solidária em Porto Velho

Apoio: Projeto Brasil Local, ITES/UNIR, Associação de Defesa Etnoambioental Kanindé, SEMDESTUR, CMPPM, Fórum Rondoniense de Economia Solidária


Representantes da Economia Solidária reúnem-se em Porto Velho/RO para comemorar o Dia Nacional da Economia Solidária (15/12), realizando um encontro que discutiu o processo de articulação local e tratou de questões importantes aos segmentos no município. Entre os temas em debate: comercialização solidária, utilização de espaços públicos, regulamentação da Lei Municipal de Economia Solidária, estratégias de diálogo entre setores, fomento e apoio à Economia Solidária, Campanha Nacional para a Lei Geral da Economia Solidária.

Avançamos com a constituição do Fórum Municipal de Economia Solidária, desenvolvemos Feiras Permanentes e Temáticas ao longo dos últimos 4 anos, implantamos lojas de Economia Solidária, avnaçamos com a formação, apontamos caminhos para o desenvolvimento de projetos de apoio e fomento à Economia Solidária, avançamos no nosso processo de organização interna da Feira e do FMES.

A nossa vida e os nossos sonhos somos nós que conduzimos! A organização e o processo que construímos no dia a dia não podem ser desrespeitados! Estamos a muitos anos trabalhando pela Economia Solidária no município, no Estado e no Brasil!

A efetivação da política pública precisa ser realizada em Porto Velho, através da regulamentação da Lei Municipal/2005, que nos atenda na integralidade. Da mesma forma o Estado de Rondônia e o Governo Brasileiro devem reconhecer os/as trabalhadores/as solidários, nossa forma de organização e o nosso processo.

"Ainda encontramos diversas barreiras, perante a burocracia do poder público local, estadual e federal, apesar de tudo o que realizamos e do pequeno apoio que recebemos. Não vamos parar de lutar!"

Por nossos DIREITOS! Por nosso TRABALHO! Por nossa HISTÓRIA!

ECONOMIA é todo dia! Nossa VIDA não é mercadoria!

Fórum Municipal de Economia Solidária de Porto Velho

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Escola Família Agrícola Itapirema realiza Oficina com Mulheres Rurais

 
A Escola Família Agrícola Itapirema de Ji-Paraná, realiza desde o dia 20/06 até hoje, a Oficina do projeto ATER-Mulher. 

Esta atividade conta com a participação de cerca de 60 mulheres provenientes de 8 municípios do Estado de Rondônia, produtoras rurais, lideranças de sindicatos, grupos produtivos, formadoras.

A EFA Itapirema está executando o ATER-Mulher, via MDA, e umas das metas do projeto é a realização de Oficinas, entre elas: qualificação produtiva e formação em temáticas diversificadas, sempre voltadas para o trabalho e desenvolvimento da mulher do campo. 

A nossa contribuição ao processo de formação destas mulheres, ocorre em torno dos temas da economia solidaria, estratégias em rede e as diferentes formas de comercialização que vem surgindo em RO para os produtos da economia solidária e agricultura familiar.

As oficinas continuarão acontecendo ao longo de 2011.

sábado, 18 de junho de 2011

Porto Velho discute PPA 2012 a 2015

 O evento encerra ciclo de audiências públicas regionais

A população de Porto Velho teve a oportunidade de expor as idéias e projetos que gostariam de inserir no plano de Governo do Estado para os próximos quatro anos, através de audiência pública.
Foto: Imprensa SEPLAN

A Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral (Seplan), realizou a Audiência do PPA na Regional de Porto Velho,  durante o dia 16/06, no auditório do Instituto Luterano de Ensino Superior (Ulbra), a partir das 8h.

O evento pretendeu acumular o conjunto dassugestões trazidas pela sociedade civil e representantes públicos, que farão parte do Plano Plurianual (PPA 2012 a 2015) - documento oficial do Governo que estabelece os projetos, ações e programas que serão executados em um determinado período, nas áreas de saúde, educação, segurança, infraestrutura, desenvolvimento político, econômico e social.

Aconteceram oficinas por áreas temáticas, onde foram levantados os principais problemas da área escolhida e apresentadas as propostas de inserção de ações e melhorias daquelas já em andamento.

A Economia Solidária de Rondônia, levou suas propostas para inclusão neste PPA, dialogando dentro das oficinas temáticas: Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Educação. Posteriormente, no periodo da tarde, com os demais temas. Foram defendidas as questões referentes à necessidade de Regularização Fundiária, Educação - Formação, Capacitação, Qualificação, Assessoria Técnica para urbanos e rurais; Investimento em infra-estrutura e logística para escoamento e armazenamento da produção e comercialização dos setores da agricultura familiar e economia solidária, bem como de outros setores populares; Incentivo à geração de valor agregado na cadeia produtiva com foco na economia solidária e agricultura familiar; Incentivo e apoio ao turismo sociocultural; Crédito e tecnologia para os setores produtivos; estimulo ao desenvolvimento local com apoio e fomento a constituição de Bancos comunitários e Fundos Rotativos em comunidades; Valorização da sociobiodiversidade, entre outros. As ações específicas propostas contemplam a perspectiva das Bases Serviços e Comercialização, Lojas e Centrais de Comercialização, Feiras como processos alternativos viáveis e sustentáveis, ue garantam os circuitos desde o local até o mais amplo. Também apoio à produção e outras questões de fortalecimento político dos segmentos.
As audiências públicas já foram realizadas em nove cidades regionais do Estado, com participação dos segmentos da sociedade e autoridades. 

O município que apresentou o maior número de propostas, antes da audiênci de Porto Velho, foi Vilhena, com 219, só o eixo de desenvolvimento ambiental recebeu 53 e o de educação 41. 

Ressalte-se que a participação da sociedade também pode ser feita, através do site: www.ppaparticipativo.ro.gov.br

Plano Plurianual

O Plano Plurianual é a peça orçamentária do Governo que serve para orientar gastos e investimentos e é feito de quatro em quatro anos. A discussão nem sempre foi feita pelo povo, os técnicos elaboravam em gabinetes. O governador Confúcio Moura traz uma nova mentalidade administrativa e propôs que se fizesse a partir de agora um PPA com a participação popular.

O Plano visa dar uma fisionomia mais autêntica ao orçamento do Estado, uma vez que não trará em seu bojo apenas os estudos e levantamentos elaborados por técnicos do Governo, mas o retrato das reivindicações populares.

Poderão acompanhar no link: http://www.seplan.ro.gov.br/noticias.asp?id=2750&tipo=Noticia

FIESS 2011 no Quebec - Inscrições abertas!

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De 17 a 20 de outubro de 2011, ocorrerá o FÓRUM INTERNACIONAL SOBRE ECONOMIA SOCIAL E SOLIDÁRIA no "Palais des Congrès de Montréal", no Quebec (Canadá). Este encontro internacional terá como tema principal o diálogo necessário entre o Estado e a sociedade civil para a elaboração de políticas públicas para a economia social e solidária.

Este evento permitirá apreciar a riqueza da economia social e solidária em todo o mundo, a diversidade de suas experiências, o caráter inovador de suas empresas e as numerosas associações e articulações que existem entre os poderes públicos e diversos movimentos da sociedade civil.

A programação do FIESS 2011 está disponível na página internet do evento www.fiess2011.org/es/ (em espanhol), onde é possível também fazer se inscrever.

Observação: as inscrições realizadas até o dia 24 de junho terão um desconto especial.

Para mais informações, sinta-se à vontade de entrar em contato com a comissão organizadora através dos e-mails: forum.international2011@chantier.qc.ca e forum@fbes.org.br

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Venha reinventar o mundo na Rio +20!


 e Fórum Brasileiro de Economia Solidária

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O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 chama as organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de todo o Brasil e do mundo para participar do processo que culminará na realização, em junho de 2012, do evento autônomo e plural, provisoriamente denominado Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD).

Há vinte anos, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92) e o ciclo social de conferências das Nações Unidas que a ela se seguiu discutiram os problemas globais que afetam a humanidade e pactuaram uma série de propostas para enfrentá-los (as Convenções sobre Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Desertificação, a Agenda 21, Carta da Terra, Declaração sobre Florestas, Declaração de Durban, entre outras). Mas aquilo que deveria ter sido o início da reversão das situações de miséria, injustiça social e degradação ambiental frustrou boa parte das esperanças depositadas nesse processo.

Sete bilhões de seres humanos vivem hoje as seqüelas da maior crise capitalista desde a de 1929. Vivem o aumento gigantesco da desigualdade social e da pobreza extrema, com a fome afligindo diretamente um bilhão de pessoas. Presenciam guerras e situações de violência endêmica e o crescimento do racismo e da xenofobia.

O sistema de produção e consumo capitalista, representado pelas grandes corporações, mercados financeiros e os governos que asseguram a sua manutenção, produz e aprofunda o aquecimento global e as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, a escassez de água potável, o aumento da desertificação dos solos e da acidificação dos mares, em suma, a mercantilização de todas as dimensões da vida.

Enquanto estamos vivenciando uma crise civilizatória inédita, governos, instituições internacionais, corporações e amplos setores das sociedades nacionais, presos ao imediato e cegos ao futuro, agarram-se a um modelo de economia, governança e valores ultrapassado e paralisante. A economia capitalista, guiada pelo mercado financeiro global, continua apoiada na busca sem limites do lucro, na superexploração do trabalho – em especial o trabalho das mulheres e dos setores mais vulneráveis –, na queima dos combustíveis fósseis, na predação dos ecossistemas, no desenvolvimento igualado ao crescimento, na produção pela produção – baseada na descartabilidade e no desperdício e sem consideração pela qualidade da existência vivida.

Diante de tal conjuntura, o momento político propiciado pela Rio+20 constitui uma oportunidade única para “reinventar o mundo”, apontando saídas para o perigoso caminho que estamos trilhando. Mas, julgando pela ação dos atores hegemônicos do sistema internacional e pela mediocridade dos acordos internacionais negociados nos últimos anos, suas falsas soluções e a negligência de princípios já acordados na Rio92, entendemos que se não devemos deixar de buscar influenciar sua atuação, tampouco devemos ter ilusões que isso possa relançar um ciclo virtuoso de negociações e compromissos significantes para enfrentar os graves problemas com que se defronta a humanidade e a vida no planeta.

Entendemos que a agenda necessária para uma governança global democrática pressupõe um fim da condição atual de captura corporativa dos espaços multilaterais. Uma mudança somente virá da ação dos mais variados atores sociais: diferentes redes e organizações não-governamentais e movimentos sociais de distintas áreas de atuação, incluindo ambientalistas, trabalhadores/as rurais e urbanos, mulheres, juventude, movimentos populares, povos originários, etnias discriminadas, empreendedores da economia solidária, etc. Necessitamos construir um novo paradigma de organização social, econômica e política que – partindo das experiências de lutas reais destes setores e da constatação de que já existem condições materiais e tecnológicas para que novas formas de produção, consumo e organização política sejam estabelecidas – potencializem sua atuação.

A Rio+20 será um importante ponto na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental. Ela se soma ao processo que estamos construindo desde a Rio-92 e, em especial, a partir de Seattle, FSM, Cochabamba e que inclui as lutas por justiça climática para a COP 17 e frente ao G20. Este momento contribuirá para acumularmos forças na resistência e disputa por novos paradigmas baseados na defesa da vida e dos bens comuns. Assim, convidamos todos e todas para um primeiro seminário preparatório desta Cúpula dos Povos, nos dias 30 de junho, 1 e 2 de julho de 2011, na cidade do Rio de Janeiro para – juntos e juntas – construirmos um processo que culminará em nosso encontro em junho de 2012 e se desdobrará em novas dinâmicas.

Coordenação do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 composta por:

Rede Brasileira pela Integração dos Povos (REBRIP)
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais (Rede Brasil)
Fórum Brasileiro de ONGs e movimentos sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS)
Central Única dos Trabalhadores do Brasil (CUT)
Associação Brasileira de ONGs (ABONG)
Grupo de Reflexão e Apoio ao Processo do Fórum Social Mundial (GRAP)
Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES)
Via Campesina (VC)
Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU)
Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade (REJUMA)
Jubileu Sul
Indigenous Movement
Women's Movement
Afro-Brazilian Movement

Agenda

O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 convida @s parceir@s de movimentos sociais e populares e organizações nacionais e internacionais para participar do Seminário Internacional: Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, que acontecerá nos dias 30/06 e 01/07/2011, e para a Plenária de Mobilização, que acontecerá no dia 02/07/2011, ambos na cidade do Rio de Janeiro/RJ, no Brasil.

Dado o custo elevado da realização desta atividade e os limitados recursos será garantido apenas a cobertura dos custos relativos à infra-estrutura básica para a realização dos debates. Desta forma, não haverá custeio de passagem e diárias,

Para participação no seminário é necessário preencher a ficha de inscrição até a próxima quinta-feira (16/06), aos cuidados de Marcia Casturino ( secretariaoperativa@rio2012.org.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo ), que está à frente da organização operacional e que também poderá esclarecer eventuais dúvidas.

Ficha Cadastral para organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de todo o Brasil e do mundo para participar do processo: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1402&Itemid=99999999
 

INSCRIÇÕES PRORROGADAS - SEMINÁRIO LATINOAMERICANO EDUCAÇÃO E ECONOMIA SOLIDÁRIA EM SANTA MARIA 2011

7º Seminário Latino-Americano

Feira do MERCOSUL

Santa Maria/RS 

Tema: Educação e Economia Solidária na América Latina


A cidade de Santa Maria da Boca do Monte, coração do Rio Grande do Sul/ Brasil, tem a imensa alegria de acolher grandes eventos do cooperativismo e da economia solidária do Brasil e dos países do MERCOSUL. Em 2011, a “Feira de Santa Maria” será entre os dias 08 e 10 de julho e contará com a participação de diversos atores da Economia Solidária desde América Latina.

São vários eventos concomitantes:

- 7ª Feira de Economia Solidária dos Países do MERCOSUL
- 18ª FEICOOP - Feira Estadual do Cooperativismo Alternativo
- 10ª Feira Nacional de Economia Solidária
- 11ª Mostra da Biodiversidade e Feira da Agricultura Familiar
- 7ª Seminário Latino-Americano de Economia Solidária

Neste ano, o Seminário Latino-Americano terá como tema Educação e Economia Solidária na América Latina e será organizado em conjunto pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária, Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social e Solidária, Espaço MERCOSUL Solidário e os projetos Centros de Formação em Economia Solidária e Brasil Local.

A proposta está em criarmos um espaço de socialização e reflexão sobre as diversas práticas educativas no campo da economia solidária, considerando:

·   formação de educadoras-es
·   metodologias de assessoria técnica
·   formação política voltadas aos empreendimentos
·   ações de governos voltadas para educação e economia solidária

O Seminário acontecerá no dia 09 de julho, das 9h às 18h, na Escola José Otão.

Para organizarmos o seminário, solicitamos que aqueles-as que desejem apresentar sua experiência em educação e economia solidária preencham a ficha abaixo e a enviem para forum@fbes.org.br até o dia 21 de junho de 2011. As propostas recebidas serão analisadas por um comitê formado pelas organizações promotoras do seminário que até dia 23 de junho confirmarão as experiências a serem apresentadas e a programação do seminário.

O Seminário será realizado com a contribuição de cada um-a! Os deslocamentos e hospedagem serão de responsabilidade de cada participante/ organização.


Solidariamente,
FBES – RIPESS LAC – EMS – CFESs – Brasil Local

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Ficha de inscrição
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Nome:
Endereço:
Telefone:
Organização na qual trabalha (empreendimento, entidade de assessoria ou órgão público):
Sua organização participa de qual coletivo/ fórum/ rede?

Informações sobre a experiência

Título da experiência:

Consideras a experiência como sendo:

(  ) Formação de educadoras-es
(  ) Assessoria técnica à grupos da economia solidária
(  ) Formação política à grupos da economia solidária
(  ) Ações de governos voltadas para educação e economia solidária

Local de realização:
Período de realização (ou de início, caso esteja sendo realizada):
Empreendimentos/organizações envolvidas:

O que caracteriza a experiência como sendo de educação economia solidária, considerando:

·         Metodologia:
·         Conteúdos:

A experiência foi sistematizada? Houve um produto da sistematização (cartilha, vídeo, revista....)?

Ao avaliar a experiência, destaque para:
- Aspectos positivos:
- Dificuldades encontradas:

Acesse a ficha de inscrição:


A ficha deverá ser enviada para o endereço: forum@fbes.org.br