quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Economia Solidária reúne produtores em Porto Velho para discutir a regulamentação de Lei Municipal



O Fórum Municipal de Economia Solidária de Porto Velho/RO, promove reunião para discutir a Lei nº 1.628/2005 nesta terça-feira (17/01), na Sala Guaporé do Centro de Formação dos Profissionais da Educação. Artesãos/as de: Biojóias, Tecelagem, Madeira, Reciclagem, representantes de associação de catadores e cooperativa, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Secretaria Estadual de Cultura Esporte e Lazer, Incubadora ITES/UNIR, Projeto Brasil Local, Associação Kanindé e Secretaria Municipal de Meio Ambiente dialogando sobre a Economia Solidária e a Política Municipal de Fomento ao setor.

Identificou-se que a Lei 1628/2005 apesar de aprovada e de possuir termos de auto-regulamentação, ainda precisa de uma melhor incorporação dentro da estrutura da gestão pública municipal, no sentido de garantir o que está previsto e a perspectiva real de fomento à economia solidária.

Uma preocupação recorrente dos/as produtores/as é que atualmente encontra-se em processo de aprovação, junto ao MTE, uma proposta de fomento a rede municipal de economia solidária. A realização das ações deste projeto, podem depender da efetividade do instrumento legislativo, além do que já existe um público alvo para a ação da proposta. "Não queremos empresários, por exemplo, sendo beneficiados por este projeto em detrimentos dos grupos que fazem parte da rede", afirma um dos produtores.


O que se quer, segundo representantes do Fórum Municipal é a construção de propostas para uma atuação coletiva e que a Lei fique mais clara e executável.


"No último período, os artesãos e catadores começaram a enfrentar problemas quanto a utilização dos espaços públicos, equipamentos e maquinários, por exemplo, além de encontrar dificuldades na produção e comercialização coletiva, apesar do processo de organização já iniciado. A Prefeitura também está disposta a sanar as dificuldade", comenta Fábio Macedo.

O Fórum Municipal frisa que a Coordenadoria de Postura e a Procuradoria Geral do Município foram convidadas e não compareceram ao evento.

Andréa Mendes/FBES, exemplifica a respeito de experiências desenvolvidas em relação a regulamentação de Leis de outros estados. Afirma que em “Porto Velho já existe um trabalho com Economia Solidária há mais de seis anos. A Prefeitura de Porto Velho, através da SEMDESTUR e Coordenadoria de Mulheres, vem realizando atividades que buscam melhorar as condições de trabalho de produtores/as, mas apesar disto surgem barreiras por falta da regulamentação e implementação da Lei Municipal aprovada pela Câmara de Vereadores, desde 2005. Atualmente trabalha-se por uma articulação que exerça maior pressão sobre este processo, no sentido de se melhorar o apoio a Economia Solidária, e considerando que já se passaram cinco anos. Há necessidade de definir esta regulamentação e buscar reorientação quanto aos artigos e parágrafos que ficaram obsoletos ou não se encaixam na proposta atual da Economia Solidária". Afirma ainda, que "a busca do marco regulatório para Economia Solidária não é uma ação só deste município. Existe uma grande demanda de outros Estados e Municípios. A nível nacional, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária pretende que o Congresso Brasileiro venha a aprovar a Lei Geral da Economia Solidária, construída pelo movimento ao longo de 3 anos e cuja Lei Municipal de Porto Velho contribuiu em sua estruturação".  

Ricardo Luiz Menezes, membro da Feria Municipal de Economia Solidária, esteve presente à atividade. Afirma trabalhar há 40 anos como artesão e prevê maior apoio com a efetividade da Lei Municipal: “Estamos buscando melhorias e acredito que teremos um auxílio maior depois desta regulamentação”.

Geraldo Gonzaga de Lima, catador de materiais recicláveis, pela ASPROVEL, há oito anos, diz que a Lei será um amparo:“Ela dará maior visibilidade, pois ajudará a reconhecer o trabalhador de economia solidária”.

Mara Regina Araújo, Coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres, presente na reunião, afirma que esta Coordenadoria tem entre seus eixos o trabalho com a Economia Solidária através da estratégia de autonomia para mulheres e em parceria com a Semdestur vem desde a primeira cooperativa só de mulheres do município, a Uniartes,  isso falando na perspectiva de atuação da gestão pública municipal, e que graças a economia solidária mulheres tem renda garantida, através de exposição em praças e no Shopping Popular. Também divulga o Festejo que ocorre em uma comunidade ribeirinha: “Nesta quinta-feira estaremos na comunidade de São Sebastião, do outro lado do Rio Madeira, vendendo e mostrando o artesanato das mulheres”.

notícia relacionadaprefeitura de porto velho
fotos: assessoria de imprensa da PMPV/RO

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Comemoração do Dia Nacional da Economia Solidária em Porto Velho

Apoio: Projeto Brasil Local, ITES/UNIR, Associação de Defesa Etnoambioental Kanindé, SEMDESTUR, CMPPM, Fórum Rondoniense de Economia Solidária


Representantes da Economia Solidária reúnem-se em Porto Velho/RO para comemorar o Dia Nacional da Economia Solidária (15/12), realizando um encontro que discutiu o processo de articulação local e tratou de questões importantes aos segmentos no município. Entre os temas em debate: comercialização solidária, utilização de espaços públicos, regulamentação da Lei Municipal de Economia Solidária, estratégias de diálogo entre setores, fomento e apoio à Economia Solidária, Campanha Nacional para a Lei Geral da Economia Solidária.

Avançamos com a constituição do Fórum Municipal de Economia Solidária, desenvolvemos Feiras Permanentes e Temáticas ao longo dos últimos 4 anos, implantamos lojas de Economia Solidária, avnaçamos com a formação, apontamos caminhos para o desenvolvimento de projetos de apoio e fomento à Economia Solidária, avançamos no nosso processo de organização interna da Feira e do FMES.

A nossa vida e os nossos sonhos somos nós que conduzimos! A organização e o processo que construímos no dia a dia não podem ser desrespeitados! Estamos a muitos anos trabalhando pela Economia Solidária no município, no Estado e no Brasil!

A efetivação da política pública precisa ser realizada em Porto Velho, através da regulamentação da Lei Municipal/2005, que nos atenda na integralidade. Da mesma forma o Estado de Rondônia e o Governo Brasileiro devem reconhecer os/as trabalhadores/as solidários, nossa forma de organização e o nosso processo.

"Ainda encontramos diversas barreiras, perante a burocracia do poder público local, estadual e federal, apesar de tudo o que realizamos e do pequeno apoio que recebemos. Não vamos parar de lutar!"

Por nossos DIREITOS! Por nosso TRABALHO! Por nossa HISTÓRIA!

ECONOMIA é todo dia! Nossa VIDA não é mercadoria!

Fórum Municipal de Economia Solidária de Porto Velho

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Escola Família Agrícola Itapirema realiza Oficina com Mulheres Rurais

 
A Escola Família Agrícola Itapirema de Ji-Paraná, realiza desde o dia 20/06 até hoje, a Oficina do projeto ATER-Mulher. 

Esta atividade conta com a participação de cerca de 60 mulheres provenientes de 8 municípios do Estado de Rondônia, produtoras rurais, lideranças de sindicatos, grupos produtivos, formadoras.

A EFA Itapirema está executando o ATER-Mulher, via MDA, e umas das metas do projeto é a realização de Oficinas, entre elas: qualificação produtiva e formação em temáticas diversificadas, sempre voltadas para o trabalho e desenvolvimento da mulher do campo. 

A nossa contribuição ao processo de formação destas mulheres, ocorre em torno dos temas da economia solidaria, estratégias em rede e as diferentes formas de comercialização que vem surgindo em RO para os produtos da economia solidária e agricultura familiar.

As oficinas continuarão acontecendo ao longo de 2011.

sábado, 18 de junho de 2011

Porto Velho discute PPA 2012 a 2015

 O evento encerra ciclo de audiências públicas regionais

A população de Porto Velho teve a oportunidade de expor as idéias e projetos que gostariam de inserir no plano de Governo do Estado para os próximos quatro anos, através de audiência pública.
Foto: Imprensa SEPLAN

A Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral (Seplan), realizou a Audiência do PPA na Regional de Porto Velho,  durante o dia 16/06, no auditório do Instituto Luterano de Ensino Superior (Ulbra), a partir das 8h.

O evento pretendeu acumular o conjunto dassugestões trazidas pela sociedade civil e representantes públicos, que farão parte do Plano Plurianual (PPA 2012 a 2015) - documento oficial do Governo que estabelece os projetos, ações e programas que serão executados em um determinado período, nas áreas de saúde, educação, segurança, infraestrutura, desenvolvimento político, econômico e social.

Aconteceram oficinas por áreas temáticas, onde foram levantados os principais problemas da área escolhida e apresentadas as propostas de inserção de ações e melhorias daquelas já em andamento.

A Economia Solidária de Rondônia, levou suas propostas para inclusão neste PPA, dialogando dentro das oficinas temáticas: Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Educação. Posteriormente, no periodo da tarde, com os demais temas. Foram defendidas as questões referentes à necessidade de Regularização Fundiária, Educação - Formação, Capacitação, Qualificação, Assessoria Técnica para urbanos e rurais; Investimento em infra-estrutura e logística para escoamento e armazenamento da produção e comercialização dos setores da agricultura familiar e economia solidária, bem como de outros setores populares; Incentivo à geração de valor agregado na cadeia produtiva com foco na economia solidária e agricultura familiar; Incentivo e apoio ao turismo sociocultural; Crédito e tecnologia para os setores produtivos; estimulo ao desenvolvimento local com apoio e fomento a constituição de Bancos comunitários e Fundos Rotativos em comunidades; Valorização da sociobiodiversidade, entre outros. As ações específicas propostas contemplam a perspectiva das Bases Serviços e Comercialização, Lojas e Centrais de Comercialização, Feiras como processos alternativos viáveis e sustentáveis, ue garantam os circuitos desde o local até o mais amplo. Também apoio à produção e outras questões de fortalecimento político dos segmentos.
As audiências públicas já foram realizadas em nove cidades regionais do Estado, com participação dos segmentos da sociedade e autoridades. 

O município que apresentou o maior número de propostas, antes da audiênci de Porto Velho, foi Vilhena, com 219, só o eixo de desenvolvimento ambiental recebeu 53 e o de educação 41. 

Ressalte-se que a participação da sociedade também pode ser feita, através do site: www.ppaparticipativo.ro.gov.br

Plano Plurianual

O Plano Plurianual é a peça orçamentária do Governo que serve para orientar gastos e investimentos e é feito de quatro em quatro anos. A discussão nem sempre foi feita pelo povo, os técnicos elaboravam em gabinetes. O governador Confúcio Moura traz uma nova mentalidade administrativa e propôs que se fizesse a partir de agora um PPA com a participação popular.

O Plano visa dar uma fisionomia mais autêntica ao orçamento do Estado, uma vez que não trará em seu bojo apenas os estudos e levantamentos elaborados por técnicos do Governo, mas o retrato das reivindicações populares.

Poderão acompanhar no link: http://www.seplan.ro.gov.br/noticias.asp?id=2750&tipo=Noticia

FIESS 2011 no Quebec - Inscrições abertas!

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De 17 a 20 de outubro de 2011, ocorrerá o FÓRUM INTERNACIONAL SOBRE ECONOMIA SOCIAL E SOLIDÁRIA no "Palais des Congrès de Montréal", no Quebec (Canadá). Este encontro internacional terá como tema principal o diálogo necessário entre o Estado e a sociedade civil para a elaboração de políticas públicas para a economia social e solidária.

Este evento permitirá apreciar a riqueza da economia social e solidária em todo o mundo, a diversidade de suas experiências, o caráter inovador de suas empresas e as numerosas associações e articulações que existem entre os poderes públicos e diversos movimentos da sociedade civil.

A programação do FIESS 2011 está disponível na página internet do evento www.fiess2011.org/es/ (em espanhol), onde é possível também fazer se inscrever.

Observação: as inscrições realizadas até o dia 24 de junho terão um desconto especial.

Para mais informações, sinta-se à vontade de entrar em contato com a comissão organizadora através dos e-mails: forum.international2011@chantier.qc.ca e forum@fbes.org.br

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Venha reinventar o mundo na Rio +20!


 e Fórum Brasileiro de Economia Solidária

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O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 chama as organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de todo o Brasil e do mundo para participar do processo que culminará na realização, em junho de 2012, do evento autônomo e plural, provisoriamente denominado Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD).

Há vinte anos, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92) e o ciclo social de conferências das Nações Unidas que a ela se seguiu discutiram os problemas globais que afetam a humanidade e pactuaram uma série de propostas para enfrentá-los (as Convenções sobre Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Desertificação, a Agenda 21, Carta da Terra, Declaração sobre Florestas, Declaração de Durban, entre outras). Mas aquilo que deveria ter sido o início da reversão das situações de miséria, injustiça social e degradação ambiental frustrou boa parte das esperanças depositadas nesse processo.

Sete bilhões de seres humanos vivem hoje as seqüelas da maior crise capitalista desde a de 1929. Vivem o aumento gigantesco da desigualdade social e da pobreza extrema, com a fome afligindo diretamente um bilhão de pessoas. Presenciam guerras e situações de violência endêmica e o crescimento do racismo e da xenofobia.

O sistema de produção e consumo capitalista, representado pelas grandes corporações, mercados financeiros e os governos que asseguram a sua manutenção, produz e aprofunda o aquecimento global e as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, a escassez de água potável, o aumento da desertificação dos solos e da acidificação dos mares, em suma, a mercantilização de todas as dimensões da vida.

Enquanto estamos vivenciando uma crise civilizatória inédita, governos, instituições internacionais, corporações e amplos setores das sociedades nacionais, presos ao imediato e cegos ao futuro, agarram-se a um modelo de economia, governança e valores ultrapassado e paralisante. A economia capitalista, guiada pelo mercado financeiro global, continua apoiada na busca sem limites do lucro, na superexploração do trabalho – em especial o trabalho das mulheres e dos setores mais vulneráveis –, na queima dos combustíveis fósseis, na predação dos ecossistemas, no desenvolvimento igualado ao crescimento, na produção pela produção – baseada na descartabilidade e no desperdício e sem consideração pela qualidade da existência vivida.

Diante de tal conjuntura, o momento político propiciado pela Rio+20 constitui uma oportunidade única para “reinventar o mundo”, apontando saídas para o perigoso caminho que estamos trilhando. Mas, julgando pela ação dos atores hegemônicos do sistema internacional e pela mediocridade dos acordos internacionais negociados nos últimos anos, suas falsas soluções e a negligência de princípios já acordados na Rio92, entendemos que se não devemos deixar de buscar influenciar sua atuação, tampouco devemos ter ilusões que isso possa relançar um ciclo virtuoso de negociações e compromissos significantes para enfrentar os graves problemas com que se defronta a humanidade e a vida no planeta.

Entendemos que a agenda necessária para uma governança global democrática pressupõe um fim da condição atual de captura corporativa dos espaços multilaterais. Uma mudança somente virá da ação dos mais variados atores sociais: diferentes redes e organizações não-governamentais e movimentos sociais de distintas áreas de atuação, incluindo ambientalistas, trabalhadores/as rurais e urbanos, mulheres, juventude, movimentos populares, povos originários, etnias discriminadas, empreendedores da economia solidária, etc. Necessitamos construir um novo paradigma de organização social, econômica e política que – partindo das experiências de lutas reais destes setores e da constatação de que já existem condições materiais e tecnológicas para que novas formas de produção, consumo e organização política sejam estabelecidas – potencializem sua atuação.

A Rio+20 será um importante ponto na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental. Ela se soma ao processo que estamos construindo desde a Rio-92 e, em especial, a partir de Seattle, FSM, Cochabamba e que inclui as lutas por justiça climática para a COP 17 e frente ao G20. Este momento contribuirá para acumularmos forças na resistência e disputa por novos paradigmas baseados na defesa da vida e dos bens comuns. Assim, convidamos todos e todas para um primeiro seminário preparatório desta Cúpula dos Povos, nos dias 30 de junho, 1 e 2 de julho de 2011, na cidade do Rio de Janeiro para – juntos e juntas – construirmos um processo que culminará em nosso encontro em junho de 2012 e se desdobrará em novas dinâmicas.

Coordenação do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 composta por:

Rede Brasileira pela Integração dos Povos (REBRIP)
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais (Rede Brasil)
Fórum Brasileiro de ONGs e movimentos sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS)
Central Única dos Trabalhadores do Brasil (CUT)
Associação Brasileira de ONGs (ABONG)
Grupo de Reflexão e Apoio ao Processo do Fórum Social Mundial (GRAP)
Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES)
Via Campesina (VC)
Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU)
Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade (REJUMA)
Jubileu Sul
Indigenous Movement
Women's Movement
Afro-Brazilian Movement

Agenda

O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 convida @s parceir@s de movimentos sociais e populares e organizações nacionais e internacionais para participar do Seminário Internacional: Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, que acontecerá nos dias 30/06 e 01/07/2011, e para a Plenária de Mobilização, que acontecerá no dia 02/07/2011, ambos na cidade do Rio de Janeiro/RJ, no Brasil.

Dado o custo elevado da realização desta atividade e os limitados recursos será garantido apenas a cobertura dos custos relativos à infra-estrutura básica para a realização dos debates. Desta forma, não haverá custeio de passagem e diárias,

Para participação no seminário é necessário preencher a ficha de inscrição até a próxima quinta-feira (16/06), aos cuidados de Marcia Casturino ( secretariaoperativa@rio2012.org.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo ), que está à frente da organização operacional e que também poderá esclarecer eventuais dúvidas.

Ficha Cadastral para organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de todo o Brasil e do mundo para participar do processo: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1402&Itemid=99999999
 

INSCRIÇÕES PRORROGADAS - SEMINÁRIO LATINOAMERICANO EDUCAÇÃO E ECONOMIA SOLIDÁRIA EM SANTA MARIA 2011

7º Seminário Latino-Americano

Feira do MERCOSUL

Santa Maria/RS 

Tema: Educação e Economia Solidária na América Latina


A cidade de Santa Maria da Boca do Monte, coração do Rio Grande do Sul/ Brasil, tem a imensa alegria de acolher grandes eventos do cooperativismo e da economia solidária do Brasil e dos países do MERCOSUL. Em 2011, a “Feira de Santa Maria” será entre os dias 08 e 10 de julho e contará com a participação de diversos atores da Economia Solidária desde América Latina.

São vários eventos concomitantes:

- 7ª Feira de Economia Solidária dos Países do MERCOSUL
- 18ª FEICOOP - Feira Estadual do Cooperativismo Alternativo
- 10ª Feira Nacional de Economia Solidária
- 11ª Mostra da Biodiversidade e Feira da Agricultura Familiar
- 7ª Seminário Latino-Americano de Economia Solidária

Neste ano, o Seminário Latino-Americano terá como tema Educação e Economia Solidária na América Latina e será organizado em conjunto pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária, Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social e Solidária, Espaço MERCOSUL Solidário e os projetos Centros de Formação em Economia Solidária e Brasil Local.

A proposta está em criarmos um espaço de socialização e reflexão sobre as diversas práticas educativas no campo da economia solidária, considerando:

·   formação de educadoras-es
·   metodologias de assessoria técnica
·   formação política voltadas aos empreendimentos
·   ações de governos voltadas para educação e economia solidária

O Seminário acontecerá no dia 09 de julho, das 9h às 18h, na Escola José Otão.

Para organizarmos o seminário, solicitamos que aqueles-as que desejem apresentar sua experiência em educação e economia solidária preencham a ficha abaixo e a enviem para forum@fbes.org.br até o dia 21 de junho de 2011. As propostas recebidas serão analisadas por um comitê formado pelas organizações promotoras do seminário que até dia 23 de junho confirmarão as experiências a serem apresentadas e a programação do seminário.

O Seminário será realizado com a contribuição de cada um-a! Os deslocamentos e hospedagem serão de responsabilidade de cada participante/ organização.


Solidariamente,
FBES – RIPESS LAC – EMS – CFESs – Brasil Local

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Ficha de inscrição
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Nome:
Endereço:
Telefone:
Organização na qual trabalha (empreendimento, entidade de assessoria ou órgão público):
Sua organização participa de qual coletivo/ fórum/ rede?

Informações sobre a experiência

Título da experiência:

Consideras a experiência como sendo:

(  ) Formação de educadoras-es
(  ) Assessoria técnica à grupos da economia solidária
(  ) Formação política à grupos da economia solidária
(  ) Ações de governos voltadas para educação e economia solidária

Local de realização:
Período de realização (ou de início, caso esteja sendo realizada):
Empreendimentos/organizações envolvidas:

O que caracteriza a experiência como sendo de educação economia solidária, considerando:

·         Metodologia:
·         Conteúdos:

A experiência foi sistematizada? Houve um produto da sistematização (cartilha, vídeo, revista....)?

Ao avaliar a experiência, destaque para:
- Aspectos positivos:
- Dificuldades encontradas:

Acesse a ficha de inscrição:


A ficha deverá ser enviada para o endereço: forum@fbes.org.br


terça-feira, 14 de junho de 2011

Inscrições para I Encontro Nacional de Pontos Fixos até 17/06

Divulgado por Shirlei A. A. Silva

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A União Brasileira de Educação e Ensino – Instituto Marista de Solidariedade (UBEE/IMS), o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (Senaes/MTE) convidam representantes de PONTOS FIXOS DE COMERCIALIZAÇÃO SOLIDÁRIA DO BRASIL para participarem do I Encontro Nacional dos Pontos Fixos de Comercialização Solidária, que acontecerá em Santa Maria (RS), de 07 a 09 de julho de 2011. 

O objetivo do encontro é debater as principais estratégias de comercialização em economia solidária no Brasil, além de construir propostas coletivas para fortalecimento e consolidação destas iniciativas.

As fichas de inscrições dos (as) representantes dos pontos fixos de comercialização solidária de todo País deverão ser enviadas até o dia 17 de junho de 2011 ao Instituto Marista de Solidariedade, exclusivamente por e-mail, no endereço eletrônico ecosol@marista.edu.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

O resultado da seleção será divulgado até o dia 20 de junho de 2011, no site do IMS (www.ims.org.br). As pessoas selecionadas serão também informadas por telefone e/ou correspondência.

Serão custeadas passagens de ida e volta do local de origem do (a) participante até Porto Alegre/RS, translado interno Porto Alegre – Santa Maria – Porto Alegre e hospedagem com alimentação em Santa Maria no período do evento. Por limitação financeira do Projeto Comercialização Solidária no Brasil não serão custeadas despesas com transporte terrestre da residência do (a) participante até o aeroporto, nem despesas com lanches ou alimentação durante o período do deslocamento entre as cidades.


Links para acessar documentos:

EDITAL DE SELEÇÃO DE PONTOS FIXOS DE COMERCIALIZAÇÃO

  TERMO DE REFERÊNCIA: PONTOS FIXOS DE COMERCIALIZAÇÃO SOLIDÁRIA NO BRASIL

FICHA DE INSCRIÇÃO -PONTOS FIXOS

quinta-feira, 26 de maio de 2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Reunião Territorial do Fórum Rondoniense de Economia Solidária

Convite nº 002/2011-FRES Porto Velho/RO, 29 de abril de 2011.

Prezados/as Representantes,

CONVIDAMOS A SUA ORGANIZAÇÃO PARA REUNIÃO DE ARTICULAÇÃO DO FÓRUM TERRITORIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E PREPARATÓRIA À PLENÁRIA ESTADUAL DO FRES

Data da reunião: 03/05/2011 
Local: Rondon Palace Hotel Hora: 8h às 18h 
Organização: Coordenação do Fórum Rondoniense de Economia Solidária Parcerias: SEAS/RO, SEDUC/RO, Projeto Brasil Local, Associação Kanindé, Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres/PVH e ITES/UNIR

A pauta da reunião será a perspectiva de articulação territorial no intuito de ampliar a participação social no Fórum Rondoniense de Economia Solidária, trazer o nivelamento dos processos nacional, estadual e o reconhecimento das iniciativas nas áreas de abrangência dos municípios de Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste, constituir um grupo de trabalho (GT) e agenda para articulação territorial de nossas propostas.

Participam desta atividade:
  
1)Representantes de Empreendimentos Solidários
2)Representantes de Entidades de Apoio e Fomento à Economia Solidária
3)Representantes das Políticas Públicas para Economia Solidária em Desenvolvimento nas esferas municipal, estadual e federal

Atenciosamente

Coordenação FRES e FBES

domingo, 17 de abril de 2011

Curso sobre Fluxos e Informações na Economia Solidária é realizado na Região Norte

















O curso realizado em Belém no período de 14 e 15 de abril/11, é proveniente de um projeto realizado pelo IBASE/RJ, financiado pela Petrobrás, e em parcerias com o FBES, CFES Nacional e Regional.

Participaram desta atividade cerca de 40 pessoas, entre facilitadores/as e epresentantes dos Fóruns dos 07 Estados, participantes de coletivos de Formadores/as CFES, agentes do projeto Brasil Local e quilombolas.

A ação formativa teve base dialogar a relação de fluxos entre as várias ações e relações na economia solidária e, sobretudo, multiplicar as funcionalidades do Cirandas (Sistema FBES).

O curso foi realizado nas instalações do Hotel Beira Rio, próximo ao Campus da UFPA, no Bairro Guamá, em Belém/PA.

Foi a última ação do projeto que fechou um ciclo de atividades formativas nas cinco regiões do Brasil.

sábado, 9 de abril de 2011

O VI Fórum Social Pan-amazônico, em 2012, será na cidade de Cobija, na Bolívia

A última reunião do Conselho Internacional (CI) do Fórum Social Pan-amazônico (FSPA), realizada no dia 30 de novembro de 2010, em Santarém (PA), apontou dois países candidatos a sediar o VI FSPA: Bolívia e Peru. Naquele momento, ficou acordado que cada país apresentaria uma proposta com informações que ajudariam na definição do local. Porém, o envolvimento nas eleições presidenciais, entre outras questões, impediu que as(os) companheiras(os) peruanas(os) preparassem e encaminhassem esse documento ao Comitê de Articulação/FSPA. Assim, no dia 26 de fevereiro deste ano, foram apresentadas duas cidades bolivianas candidatas a sediar o VI FSPA: Trinidad e Cobija.

Uma reunião realizada no dia 19 de março, na cidade de Guyaramerin, Bolívia, com a participação de representantes do Comitê de Articulação e dos Comitês Locais de Cobija e Trinidad, remeteu ao Comitê de Articulação/FSPA a tarefa de definir a cidade sede do fórum de 2012.

No dia 29 do mesmo mês, o Comitê de Articulação reuniu-se e, pautado nos documentos apresentados por ambos os Comitês Locais, além do relato de participantes da reunião de Guyaramerin, avaliou que, considerando a infraestrutura, mobilização das organizações e movimentos sociais, e articulação com os governos, ambas as cidades possuíam condições de receber o VI FSPA. A definição então se baseou na localização geográfica, e no impacto imediato da Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-americana (IIRSA), especialmente no que se refere à construção de grandes hidrelétricas. Dessa forma, a cidade de Cobija foi definida como sede do próximo FSPA.

Ainda atendendo a deliberação da reunião de Guayaramerin, que indicou que a próxima reunião do CI/FSPA será na cidade que não sediará o VI FSPA (considerando as duas que se propuseram), o Comitê de Articulação definiu que no mês de novembro de 2011 ocorrerá uma reunião ampliada do Comitê Internacional do FSPA na cidade de Trinidad, onde se discutirão os aspectos metodológicos, eixos, e temas do VI FSPA.

Fonte: http://mulheresdocampo.blogspot.com/

Redes de Agroecologia da Amazônia se reunem no Pará para debater metodologia de disseminação de conhecimentos agroecológicos, com enfoque em gênero

Lideranças de Redes e Organizações que promovem a Agroecologia na Amazônia, que compõem a Rede de Agroecologia da Amazônia (ANA AMAZÔNIA\PRODIAS-Programa de Diálogo e Intercâmbio em Agricultura Sustentável)se reuniram dia 4 de abril, em Santa Maria do Pará, na Associação de Desenvolvimento Comunitário (ADESC), no Nordeste Paraense, para debater os avanços e desafios do movimento agroecológico na Região e planejar extratégias de visibilidade, disseminação e intercâmbios de conhecimentos sustentáveis entre camponeses (as), agricultores (as) quebradeiras de coco babaçu, quilombolas, indígenas, produtoras de plantas medicinais, artesãs.

Participaram cerca de 20 pessoas do Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense (MMNEPA), Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes (APACC), Associação Agroecológica TIJUPÁ, Federação de Órgãos Para Assistência Social e Educacional (FASE-AMAZÔNIA), Movimento Interestadual de Quebradeira de Coco Babaçu (MIQCB-MA), Rede de Agroecologia do Maranhaão (RAMA), Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Rede de Agricultores Tradicionais da Amazônia (REATA), Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária (CEAPAC-Santarém), de Associações de Mulheres de vários municípios paraenses.
Nesta reunião, um encaminhamento importante foi que as organizações e redes se comprometeram em enviar informações (fotos, textos e ou vídeos) das experiências sustentáveis locais para compor o Banco de Dados Agroecologia em Rede da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e um catálogo virtual que está sendo construído pelas redes e organizações.

Este encontro teve o apoio do Projeto Mulheres do Campo, executado em parceria pela APACC e MMNEPA, com a Coordenação Geral da Pão Para o Mundo e financiamento da União Europeia.
*No ano 1993, a Pão Para o Mundo (PPM) iniciou um processo de diálogo e assessoria na América Central, para o fomento da segurança alimentar e da proteção do meio ambiente através da agricultura sustentável. Este processo, que hoje é conhecido como “Programa de Intercambio, Diálogo y Asesoría en Agricultura Sostenible y Seguridad Alimentaria" (PIDAASSA), foi expandido para 11 países da América Latina e Caribe. Com o Projeto Mulheres do Campo este processo é ampliado para a Amazônia brasileira.

Fonte: http://mulheresdocampo.blogspot.com/
Enviado por: Vânia Carvalho/APACC

sábado, 2 de abril de 2011

IBASE lança Cartilhas sobre Economia Solidária

Acessem as Cartilhas clicando no link abaixo:


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